O embate político em torno do conflito no Oriente Médio ganhou novos capítulos neste sábado, 28, após declarações públicas envolvendo integrantes do governo federal e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência. A tensão começou depois que Estados Unidos e Israel realizaram um ataque coordenado contra o Irã, na manhã deste sábado, resultando em explosões em diversas cidades iranianas. Em resposta, o Irã lançou mísseis contra Israel e atacou bases americanas na região. O Itamaraty divulgou nota oficial condenando a ofensiva e defendendo a retomada do diálogo diplomático, ressaltando que as negociações são essenciais para a paz. O governo brasileiro expressou preocupação, ressaltando que a paz é o caminho indicado. Flávio Bolsonaro criticou a gestão de Lula diante dos eventos, chamando de “inaceitável” sua postura de apoio ao Irã. Para ele, o Brasil não deve interferir em conflitos regionais e assumir papéis desnecessários. Gleisi Hoffmann, ministra da Secretaria de Relações Institucionais, contra-atacou Flávio nas redes sociais, afirmando que ele não aprendeu com os erros de sua família.



