Os ataques de Israel ao Líbano deixaram ao menos 254 mortos e 1.165 feridos nesta quarta-feira (8/4), segundo a Defesa Civil do Líbano. Essa é a maior onda de ataques ao território libanês desde o início da guerra.
Nessa terça (7), Estados Unidos e Irã acordaram em um cessar-fogo na guerra do Oriente Médio. Inicialmente, o Paquistão, mediador do acordo, informou que o Líbano estava incluído. No entanto, o presidente norte-americano, Donald Trump, e o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, alegaram que o cessar-fogo não protege o Líbano.
A área mais afetada por ataques foi Beirute. Um vídeo da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) mostra a destruição de áreas residenciais da capital libanesa.
Número de mortos nesta quarta-feira
Beirute: 92 mortos e 742 feridos
Subúrbio no sul de Beirute: 61 mortos e 200 feridos
Balbeque: 18 mortos e 28 feridos
Hermel: 9 mortos e 6 feridos
Nabatieh: 28 mortos e 59 feridos
Distrito de Aley: 17 mortos e 6 feridos
Sidon: 12 mortos e 56 feridos
Tiro: 17 mortos e 68 feridos
Assim, o número total nesta quarta-feira (8/4) subiu para 254 mortos e 1.165 feridos.
Ataques e Ameaças
As Forças de Defesa de Israel (IDF) informaram que realizaram mais de 100 ataques em 10 minutos contra o Líbano. O Exército israelense alega que alvejou apenas locais utilizados pelo grupo terrorista Hezbollah.
Após os bombardeios contra o Líbano nesta quarta, o Irã voltou a ameaçar fechar o Estreito de Ormuz. O chanceler iraniano Abbas Araghchi disse no X que os EUA devem escolher “o cessar-fogo ou continuar a guerra por meio de Israel”.
Desde 2 de março, mais de 1,7 mil libaneses morreram em ataques israelenses.
Impacto e Expectativas Futuras
A realização do Feirão do Pescado também tem impacto direto na segurança alimentar da população. De acordo com especialistas, iniciativas como essa garantem acesso a proteínas de qualidade a preços justos.
O evento movimenta a economia de cidades do interior, que escoam sua produção para a capital. Presidente Figueiredo, Manacapuru e Itacoatiara estão entre os municípios participantes.
“É uma oportunidade de valorizar o produtor local e oferecer ao consumidor um produto fresco e sustentável”, destacou o presidente da ADS em entrevista ao DE.
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