Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descreveu os contínuos ataques israelenses ao Líbano como um ‘conflito separado’ com o grupo radical Hezbollah que ‘não estava incluído’ no acordo de cessar-fogo de duas semanas firmado com o Irã. Centenas de pessoas morreram ou ficaram feridas após bombardeios israelenses em Beirute, incluindo uma região próxima ao calçadão à beira-mar.
Em comunicado, o ministro da Defesa, Israel Katz, afirmou que centenas de integrantes do grupo apoiado pelo Irã foram atingidos. Ele descreveu a ofensiva como o maior golpe contra a organização desde setembro de 2024, quando uma ação israelense provocou a explosão de milhares de dispositivos usados por seus membros.
Reações do mundo político e especialistas
Um alto funcionário da Casa Branca disse à CNN na terça-feira (7) que Israel concordou em suspender sua campanha de bombardeios enquanto as negociações continuam, mas Trump pareceu aceitar que Israel continuaria atacando o Líbano nesse período.
Ministro da Saúde do Líbano, Rakan Nassereddine, relatou que mais de 1.500 pessoas já morreram e cerca de 4.800 ficaram feridas desde o início do conflito, números divulgados antes da ofensiva mais recente. O Exército de Israel classificou a ação como a maior operação coordenada no país até agora.
Situação atual em Beirute
Os ataques atingiram diferentes áreas de Beirute, incluindo uma região próxima ao calçadão à beira-mar. Imagens mostram prédios danificados e fumaça intensa, enquanto ambulâncias circulam continuamente pela cidade. Segundo os militares, mais de 100 alvos ligados ao Hezbollah foram atingidos em Beirute, no Vale do Bekaa e no sul do território.
O Ministério da Saúde libanês, confirmou que centenas de integrantes do Hezbollah foram atingidos nos bombardeios. A ação foi descrita como o maior ataque à organização desde setembro de 2024, segundo autoridades israelenses.


