As demoras de Alexandre de Moraes, ministro do STF, para analisar pedidos da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro em relação a exames médicos e procedimentos cirúrgicos têm gerado duras críticas. Familiares e políticos próximos acusam Moraes de tortura e de desejar a morte de Bolsonaro. O Conselho Federal de Medicina (CFM) determinou sindicância, mas Moraes a anulou, exigindo o depoimento do presidente do CFM para apurar responsabilidades criminais. A controvérsia remonta às últimas semanas de 2025, quando Bolsonaro necessitava de cirurgia, mas houve demora na autorização de Moraes. Recentemente, o ex-presidente sofreu um trauma craniano na cela e a transferência para hospital foi inicialmente negada por Moraes. Essa conduta tem sido observada também em casos de direita anteriores, como Roberto Jefferson e Daniel Silveira, que enfrentaram atrasos nos cuidados médicos.




