Balanço de contas indica “marco histórico” nas finanças públicas de Goiás

Segundo o relator, conselheiro Celmar Rech, o ano de 2021 representou uma volta por cima do estado

O plenário do Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO) emitiu, na última terça, 28, parecer prévio pela aprovação do Balanço Geral do Estado de Goiás referente ao ano passado. O conselheiro Celmar Rech, relator do documento, informou que “o ano de 2021 representou um marco histórico para as finanças públicas de Goiás”.

As finanças públicas de Goiás

De acordo com o conselheiro Celmar Rech, levando em conta informações da área técnica, não houve ressalvas no Balanço Geral do Estado de Goiás. Portanto, o parecer recebeu aprovação por unanimidade dos votos dos conselheiros do tribunal.

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Segundo o relator, ao longo de mais de uma década as receitas ordinárias do Estado não se mostravam suficientes. Em outras palavras, não faziam frente ao pagamento do serviço da dívida, às vinculações constitucionais e às despesas com pessoal e custeio.

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A realidade começou a mudar quando a atual gestão de Ronaldo Caiado quebrou a série histórica de déficits orçamentários.

“Os tão necessários investimentos acabaram se reduzindo a uma ínfima parcela do orçamento ou, quando possível, custeados por operações de crédito cujos encargos adicionais terminaram por comprometer ainda mais as receitas futuras”, explicou Celmar Rech, em seu documento.

Entre 2012 e 2018, Goiás viveu um período de déficits orçamentários. O estado ficou entre as quatro piores situações fiscais do Brasil, ao lado de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

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