Dez dos 12 membros do comitê votaram pela manutenção da taxa de juros, incluindo o presidente do Fed, Jerome Powell. A decisão foi contrária aos votos de Stephen Miran e Christopher J. Waller, que optaram pela redução de 0,25 ponto percentual. O custo de vida elevado e a inflação acima da meta de 2% foram determinantes para a escolha. O Comitê reforçou seu compromisso com a estabilidade econômica ao manter a meta de juros entre 3,5% e 3,75%. O Fed destacou a expansão sólida da atividade econômica, mas também a estabilização do desemprego. Dados de inflação positivos e a perspectiva de desinflação futura embasaram a decisão. Segundo especialistas, o diferencial de juros entre EUA e Brasil continua a atrair investimentos estrangeiros, o que beneficia a economia brasileira. A Bolsa brasileira registra altas expressivas devido ao influxo de capital estrangeiro apoiado nessa diferença de juros.




