Batalhão Ambiental apreende nove armas de fogo em Serranópolis

Policiais militares do Batalhão Ambiental apreenderam nove armas de fogo e quase 1,5 mil munições em uma única ação, nesta segunda-feira, dia 24.

A apreensão aconteceu em uma fazenda em Serranópolis, na Região Sudoeste de Goiás.

Os policiais realizavam abordagens em uma estrada vicinal quando perceberam a presença de dois homens que caçavam javali, portando uma espingarda calibre 32 e outra calibre 38. Na sede da fazenda, onde as armas estavam guardadas, foram apreendidos também 1 carabina calibre 22, 1 espingarda calibre 36 de dois canos, 1 revólver calibre 38, 1 garrucha calibre 22 de dois canos, 1 revólver calibre 36, 1 pistola Beretta calibre 22, 1 carabina calibre 22 marca CZ. Além de todas essas armas também foram encontrados no local 144 cartuchos calibre 36, 35 cartuchos calibre 32, 18 munições calibre 32, 186 munições calibre 38, 1.053 munições calibre 22 e 232 espoletas para cartuchos 32 e 36.

Todo o armamento foi conduzido para o DP de Serranópolis e os homens autuados por porte ilegal de arma de fogo.

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Ponte TO-MA: Agência irá avaliar qualidade da água de rio após queda de ponte

A Agência Nacional de Águas (ANA) anunciou nesta terça-feira, 24, que está avaliando a qualidade da água no Rio Tocantins, na área onde desabou a ponte Juscelino Kubitschek, entre os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA). Essa medida se justifica devido à informação de que alguns dos caminhões que caíram no rio após a queda da ponte carregavam pesticidas e outros compostos químicos.

O foco das análises está no abastecimento de água a jusante (rio abaixo) a partir do local do acidente. A ANA, em conjunto com a Secretaria de Meio Ambiente do Maranhão, vai determinar os parâmetros básicos de qualidade da água e coletar amostras para as análises ambulatoriais. O objetivo é detectar os principais princípios ativos dos pesticidas potencialmente lançados na coluna d’água do rio Tocantins.

As notas fiscais dos caminhões envolvidos no desabamento apontam quantidades consideráveis de defensivos agrícolas e ácido sulfúrico na carga dos veículos acidentados. No entanto, ainda não há informações sobre o rompimento efetivo das embalagens, que, em função do acondicionamento da carga, podem ter permanecido intactas.

Devido à natureza tóxica das cargas, no domingo e segunda-feira, 23, não foi possível recorrer ao trabalho dos mergulhadores para as buscas submersas no rio. O Corpo de Bombeiros do Maranhão confirmou nesta terça-feira, 24, a morte de quatro pessoas (três mulheres e um homem) e o desaparecimento, até o momento, de 13 pessoas.

Sala de crise

Na quinta-feira, 26, está prevista a reunião da sala de crise para acompanhamento dos impactos sobre os usos múltiplos da água decorrentes do desabamento da ponte sobre o rio Tocantins. Além da própria ANA, outros órgãos participam da sala de crise, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e o Ministério da Saúde.

O Dnit está com técnicos no local avaliando a situação para descobrir as possíveis causas do acidente. Segundo o órgão, o desabamento foi resultado porque o vão central da ponte cedeu.

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