Bebê de 1 ano tem mãos queimadas em creche de São Francisco do Sul: empresa será notificada

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Bebê de 1 ano sofre queimaduras nas mãos após encostar em parede de creche no Norte de DE
Vítima teria encostado na parte externa de uma parede modular. Empresa que fez a estrutura será notificada, informou a prefeitura de São Francisco do Sul.

Um bebê de um ano e três meses sofreu queimaduras nas mãos dentro de uma unidade de educação de São Francisco do Sul, no Norte de Santa Catarina. Segundo o município, a vítima encostou as mãos na parte externa da parede de uma sala modular e precisou ser levada até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

O caso aconteceu nessa segunda-feira (2), no Centro de Educação Mundo Encantado. A empresa responsável pela instalação do equipamento será formalmente notificada para emitir parecer técnico atualizado sobre o material utilizado, informou o município.

A Polícia Militar chegou a ser chamada e registrou o caso como ocorrência de lesão corporal culposa. O DE tenta contato com a Polícia Civil nesta terça-feira (3).

Em nota, a prefeitura também se solidarizou com a criança e seus familiares e disse tratar o caso “com a máxima seriedade e sensibilidade”. Órgãos de assistência social e o Conselho Tutelar também foram acionados para registrar o incidente.

As queimaduras são classificadas em quatro graus, com base na profundidade do dano. Queimaduras de primeiro grau afetam apenas a camada superficial da pele. Elas causam vermelhidão, dor e inchaço – como uma queimadura por exposição ao sol. Geralmente saram em alguns dias, sem deixar cicatrizes. A partir de queimaduras de segundo grau, um médico deve ser consultado. Essas queimaduras são mais profundas e causam bolhas.

A Prefeitura de São Francisco do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Educação, informa que está prestando todo o apoio necessário à criança que sofreu queimaduras nas mãos nesta segunda-feira (2), no CMEI Mundo Encantado, na localidade do Majorca, bem como à sua família. Assim que a situação foi identificada, a família foi imediatamente comunicada e a criança foi encaminhada para atendimento na UPA 24 Horas ainda no mesmo dia. Desde então, a equipe da unidade e da Secretaria mantém contato e acompanhamento, colocando-se à disposição para o que for preciso. A Administração Municipal se solidariza profundamente com a criança e seus familiares neste momento e trata o ocorrido com a máxima seriedade e sensibilidade. De acordo com os relatos iniciais, a criança teria encostado as mãos na parte externa da parede de uma sala modular. Equipes técnicas do setor de projetos iniciaram a apuração dos fatos, e a empresa responsável pela instalação foi contatada e será formalmente notificada para emitir parecer técnico atualizado sobre o material utilizado. Na manhã desta terça-feira (3), equipes da Secretaria de Educação estiveram no CMEI, e engenheiros da área de projetos da Prefeitura realizarão medições de temperatura nas paredes da sala para esclarecer completamente o ocorrido e adotar, se necessário, todas as providências cabíveis. A Secretaria seguirá acompanhando a situação de forma permanente e transparente, prestando todos os esclarecimentos à família e à comunidade escolar. Ressalta-se que diversas salas com o mesmo material foram implantadas no município e que o modelo também é utilizado em outras cidades de Santa Catarina, sem qualquer registro de situação semelhante, o que torna o caso inédito.

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