A PGR acusa Bolsonaro de concordar com plano para assassinar Lula, Alckmin e Moraes. Denúncia revela organização criminosa liderada pelo ex-presidente.

A Denúncia da PGR

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou uma denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF) afirmando que o ex-presidente Jair Bolsonaro sabia e concordou com um plano de assassinato visando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes. A denúncia destaca que Bolsonaro foi informado sobre o plano, conhecido como “Punhal Verde Amarelo”, enquanto o Ministério da Defesa reconhecia a inexistência de fraude nas eleições.

Detalhes do Plano de Assassinato

O plano envolvia o uso de armas bélicas contra Moraes e envenenamento de Lula. Além disso, a denúncia inclui 33 pessoas acusadas de crimes como golpe de Estado e organização criminosa. Entre os acusados estão militares como Walter Braga Netto e Mauro Cid. A PGR ressalta que o plano era parte de uma estratégia para desestabilizar as instituições democráticas.

Ruptura Democrática e Ações Violentas

A denúncia aponta que Bolsonaro adotou um tom de ruptura com a democracia desde 2021. O plano “Punhal Verde Amarelo” foi impresso no Palácio do Planalto e envolvia ações para “neutralizar” o STF. A Operação Copa 2022 foi uma das etapas do plano, visando criar comoção social para envolver o Alto Comando do Exército em um golpe de Estado.

Consequências da Denúncia

Se a denúncia for aceita pelo STF, Bolsonaro se tornará réu e responderá a um processo penal no tribunal. A PGR destaca que a organização criminosa liderada por Bolsonaro visava o controle sobre os três Poderes.

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