O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve sua classificação de atendimento alterada de UTI para unidade semi-intensiva no Hospital DF Star, em Brasília. A mudança ocorre após evolução clínica e laboratorial, mantendo o nível de monitoramento e intervenção.
A internação se deu após diagnóstico de broncopneumonia bacteriana bilateral, originada pela aspiração de líquido gástrico, com sintomas iniciais graves colocando a vida do paciente em risco.
O cardiologista Leandro Echenique confirmou a transferência do presidente. A nova etapa, semi-intensiva, é intermediária, voltada para pacientes instáveis, com monitoramento menos invasivo que a UTI.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro compartilhou nas redes sociais a melhora do marido. Ele segue sob cuidados com antibióticos, fisioterapia e monitoramento constante.
“Isso realmente coloca em risco a vida do paciente, uma pneumonia aspirativa pode evoluir para insuficiência respiratória e, se não houver intervenção, o paciente pode morrer”, afirmou o médico Claudio Birolini.
Não há previsão de alta hospitalar ainda. Inicialmente projetado para ao menos sete dias de internação, a saída de Bolsonaro depende da evolução do quadro de saúde.
A mudança de UTI para unidade semi-intensiva reflete a resposta favorável ao tratamento, evidenciada pela melhora dos marcadores inflamatórios e da função renal, segundo laudo médico divulgado nesta segunda-feira.
Os próximos passos envolvem a continuidade do tratamento no hospital, com foco em reabilitação e estabilização do quadro clínico de Bolsonaro, seguindo as orientações da equipe médica.
A transferência do ex-presidente para a unidade semi-intensiva representa um avanço no quadro de saúde, mantendo o acompanhamento contínuo e intensivo, mas sinalizando um progresso na recuperação e estabilização do paciente.



