O ex-presidente Jair Bolsonaro, do PL, segue apresentando evolução clínica favorável na UTI, conforme boletim médico divulgado hoje, sem previsão de alta hospitalar. Ele iniciou tratamento odontológico devido a dor na mandíbula.
Bolsonaro foi internado nove dias atrás após diagnóstico de broncopneumonia bacteriana bilateral, com origem aspirativa. O tratamento inicial com dois antibióticos foi ajustado com a introdução de um terceiro medicamento no domingo, resultando em melhora clínica e redução dos sintomas.
O ex-presidente, submetido a antibioticoterapia, suporte intensivo e fisioterapia, segue sem previsão de alta hospitalar. Seu filho, Flávio Bolsonaro, mencionou que os exames demonstram evolução, embora Bolsonaro ainda não esteja totalmente recuperado, com voz fraca e necessidade contínua de antibióticos.
O senador Flávio Bolsonaro afirmou que Bolsonaro está bem-humorado, mas os antibióticos precisam agir completamente. A defesa aguarda decisão sobre pedido de prisão domiciliar humanitária, sob análise do ministro Alexandre de Moraes após manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
“Ele é uma pessoa bem-humorada”, disse Flávio. Bolsonaro apresenta melhora nos exames, mas segue longe da recuperação total. Os médicos registram evolução positiva, com recuperação parcial dos pulmões, mas o tratamento prossegue com acompanhamento próximo.
Flávio Bolsonaro mencionou que o pai não tem previsão de alta, ainda com resquícios da infecção. Bolsonaro mantém estado leve de fragilidade, enquanto os médicos observam melhorias nos pulmões, especialmente no lado direito, indicando regressão da infecção e processo inflamatório lento no lado esquerdo.
A contínua melhora de Bolsonaro é acompanhada pela equipe médica, que ajusta o tratamento conforme necessário. A boa evolução clínica nas últimas 24 horas é um sinal positivo, mas Bolsonaro ainda precisa de cuidados intensivos e monitoramento constante.
As falas de Flávio Bolsonaro destacam o estado de saúde do ex-presidente, sua força e resistência, mesmo diante da longa internação. A defesa aguarda decisões judiciais sobre questões relacionadas à prisão domiciliar, enquanto a equipe médica segue acompanhando de perto a recuperação de Bolsonaro na UTI.



