O Botafogo vivenciou uma derrocada vertiginosa, indo de campeão em 2024 a eliminado da pré-Libertadores, culminando em um coro de ‘Time sem vergonha’ no estádio Nilton Santos. A gestão caótica de John Textor, dono da SAF do clube carioca, é apontada como a principal responsável por essa queda assustadora.
No dia 30 de novembro de 2024, o Botafogo conquistava seu primeiro título da Libertadores, encerrando um tabu de 29 anos e vencendo o Brasileirão. Um momento de glória que contrasta fortemente com a situação atual do clube. A administração de Textor transformou General Severiano em um local de festas, mas a realidade mudou drasticamente em apenas 15 meses.
O desmanche impressionante causado por Textor resultou na saída de 34 atletas do clube, sem a menor preocupação em manter uma base forte. O entra e sai de jogadores ocorreu de forma frenética, visando apenas negociações lucrativas, o que prejudicou a estabilidade do time botafoguense.
Entre os personagens envolvidos nesse cenário de decadência, John Textor figura como o principal responsável. Além disso, os diferentes técnicos que passaram pelo clube, como Renato Paiva, Davide Ancelotti e Martín Anselmi, contribuíram para a falta de consistência da equipe, que não conseguiu nem avançar para a fase de grupos da Libertadores.
Com a eliminação na pré-Libertadores, a torcida reagiu com vaias e xingamentos a Textor, que acumulou dívidas milionárias com a SAF e o clube social do Botafogo, chegando a R$ 1,7 bilhão em pendências. A falta de uma gestão profissional de qualidade levou o clube a problemas financeiros graves, comprometendo seu desempenho esportivo.
‘Vergonhaaaa, time sem vergonha…’ Essas foram as palavras que ecoaram no estádio Nilton Santos ao final do jogo em que o Botafogo foi eliminado da Libertadores pelo Barcelona de Guayaquil. O coro cruel premiou a equipe montada por Textor para 2026, que não conseguiu passar nem das quartas do Carioca, evidenciando o colapso do clube carioca.
A repercussão negativa desse cenário caótico atingiu em cheio o Botafogo, que viu sua trajetória de glórias se transformar em decepções constantes. A falta de planejamento e a gestão desastrosa de Textor levaram o clube a uma situação de profunda crise, exigindo uma reestruturação urgente e eficiente para evitar um futuro ainda mais sombrio.
Diante da triste realidade enfrentada pelo Botafogo, fica evidente a importância de uma gestão sólida e profissional no mundo do futebol. As lições dessa queda vertiginosa devem servir como alerta para todos os clubes, mostrando que a irresponsabilidade financeira e a falta de planejamento podem levar até mesmo os maiores campeões a um cenário desolador.




