Diante dessas questões, a previsão inicial de ratificação do acordo em abril ou maio foi frustrada, colocando em espera a efetivação do pacto UE-Mercosul. O Brasil segue empenhado em agilizar o processo interno, buscando garantir que o tratado entre em vigor o mais rápido possível. Os desafios e impasses enfrentados refletem a complexidade das relações comerciais internacionais e a importância estratégica do acordo para ambos os blocos.




