O DE teve acesso a imagens das operações realizadas durante toda a semana, que envolvem buscas aéreas, terrestres e subaquáticas.
As buscas pelas crianças Ágatha Isabelle, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, entram no 14º dia na madrugada deste sábado (17), em Bacabal (MA). O DE teve acesso a imagens das operações realizadas durante toda a semana, que envolvem buscas aéreas, terrestres e subaquáticas.
Nas imagens, é possível ver cães farejadores percorrendo a densa mata, uma das áreas que concentra maior atenção nas operações de busca. Ao identificar possíveis rastros, os animais sinalizam o local, enquanto as equipes de resgate acompanham o trabalho de forma rápida e coordenada.
Além das buscas em solo, o vídeo registra a preparação para as buscas aéreas, com helicópteros sobrevoando a região. O apoio aéreo amplia o alcance das equipes, permitindo a identificação de áreas mais afastadas e auxiliando na varredura de grandes trechos de mata.
Na última quarta-feira (15), as buscas no lago da região foram intensificadas, e o Rio Mearim também passou a ser incluído nas operações. Imagens mostram a operação subaquática no rio, próximo à casa onde as crianças teriam passado. Mergulhadores, equipados com trajes de segurança, entraram na água para investigar pontos de interesse, como a área indicada pelos cães.
Cães farejadores que integram a força-tarefa de busca pelos irmãos Ágatha Isabelle e Allan Michael indicam que elas estiveram em uma casa abandonada próxima a uma região de lago durante as buscas realizadas na quinta-feira (15). A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP).
O local, que pode servir como ponto de parada para pescadores, fica à margem do rio Mearim. Dentro da estrutura foram encontrados um colchão, botas e um banco. O secretário de Segurança Pública, Maurício Martins, descreveu a casa com base no relato do menino Anderson Kauã, encontrado e resgatado em 7 de janeiro.
O secretário explicou que os cães farejadores desceram uma região de ribanceira e circularam nas proximidades do lago, mas até o momento, nenhuma pista das crianças foi encontrada. Com isso, a estratégia é aumentar a região das buscas e intensificar os trabalhos em um perímetro maior.
Para monitorar as rotas percorridas, os bombeiros e voluntários usam um aplicativo de geolocalização. Caso as crianças não sejam encontradas na área delimitada, um relatório será entregue às autoridades para definir se as buscas serão ampliadas. A região das buscas é marcada por vegetação fechada, áreas de pasto e açudes.




