O veículo elétrico mais vendido no Brasil, o BYD Dolphin Mini, foi testado no intenso tráfego de São Paulo. A questão que surge é se ele realmente atende às necessidades urbanas.
O mercado de carros eletrificados no Brasil cresceu significativamente. Entre janeiro e junho de 2026, as vendas saltaram 125% ao atingir 215.023 unidades comparadas ao mesmo período em 2025, segundo a ABVE. O Dolphin Mini sozinho respondeu por 35.680 dessas vendas.
Com dimensões compactas, o Dolphin Mini mede 3,78 metros de comprimento e é fácil de manobrar em ruas apertadas e estacionamentos difíceis. A cabine acomoda cinco pessoas, enquanto o porta-malas varia de 230 a 930 litros.
A experiência de direção surpreende, com um dia a dia ágil e prático. Equipado com motor elétrico de 75 cv, o carro oferece uma condução satisfatória para as demandas urbanas, ainda que não busque ser esportivo.
O foco urbano do Dolphin Mini fica evidente também na autonomia da bateria, que varia entre 224 km e 280 km, dependendo da configuração escolhida. Para trajetos comuns de casa para o trabalho, esta autonomia se mostra adequada, especialmente com possibilidade de recarga doméstica.
Em termos de tecnologia, o modelo não decepciona. Com central multimídia de 10,1 polegadas, suporte Apple CarPlay e Android Auto, além de várias opções de conectividade, ele consegue unir simplicidade e modernidade.
O sistema de segurança inclui controles de tração e estabilidade, airbags frontais e laterais, câmeras 360°, além de assistente de partida em rampas e monitoramento da pressão dos pneus.
O BYD Dolphin Mini se apresenta não como um carro universal, mas como um eficiente e confortável veículo para o ambiente urbano, balanceando bem as necessidades diárias com recursos de tecnologia e segurança.



