A BYD acaba de lançar no Brasil o Atto 2, seu primeiro SUV compacto híbrido plug-in com motor flex, a partir de R$ 149.900. O modelo é o primeiro veículo do tipo a ser produzido no mundo pela fabricante chinesa e será fabricado na unidade de Camaçari, na Bahia.
O lançamento reforça a aposta da empresa no mercado brasileiro, que ganha um carro capaz de funcionar com etanol e gasolina, além da recarga elétrica. A entrega das primeiras unidades está prevista para o terceiro trimestre de 2026.
Qual o valor do veículo da BYD?
O Atto 2 chega com preço sugerido de R$ 149.900, posicionando-se como uma opção acessível dentro do segmento de híbridos plug-in. O valor já inclui a nova tecnologia DM-i 5.0 da BYD, que combina um motor elétrico com um motor a combustão 1.5 flex.
Segundo a marca, o sistema prioriza o uso do motor elétrico para a tração na maior parte do tempo, proporcionando uma experiência similar à de um carro elétrico. O motor a combustão atua como gerador de energia para a bateria, entrando em ação apenas em situações de carga pesada, como subidas.
Como a BYD se compara a outras montadoras?
Embora o mercado brasileiro já conte com híbridos plug-in de outras fabricantes, o Atto 2 se destaca por ser o primeiro modelo flex do mundo nessa categoria. A tecnologia DM-i 5.0 foi desenvolvida para aproveitar o etanol, combustível amplamente utilizado no Brasil, o que pode reduzir custos operacionais e emissões.
Para o segmento de carros elétricos, a iniciativa da BYD representa um avanço na integração entre eletrificação e biocombustíveis. O modelo ainda não tem concorrente direto com a mesma configuração, o que pode atrair consumidores que buscam uma alternativa mais sustentável e econômica.
Vale a pena comprar um BYD agora?
Com o lançamento do Atto 2, a BYD amplia sua presença no Brasil e oferece um modelo que combina inovação e preço competitivo. O valor de R$ 149.900 coloca o SUV em uma faixa intermediária do mercado automotivo, mas com a vantagem de ser um híbrido plug-in flex.
A possibilidade de usar etanol, que costuma ser mais barato que a gasolina, e a recarga elétrica podem gerar economia no dia a dia. Além disso, a produção local em Camaçari deve facilitar o acesso a peças e assistência técnica, tornando a compra mais atrativa para quem considera o custo total de propriedade.
A chegada do Atto 2 marca um passo importante na estratégia da BYD de globalizar sua linha de veículos eletrificados. O Brasil foi escolhido para estrear a tecnologia flex justamente pela relevância do etanol na matriz energética nacional.
Com entregas previstas para o terceiro trimestre, o modelo deve atrair tanto consumidores que já consideram carros elétricos quanto aqueles que buscam uma transição gradual. Resta aguardar as primeiras avaliações para confirmar se o SUV compacto cumpre o prometido.


