Cães farejadores confirmam presença de crianças desaparecidas em casa abandonada no Maranhão: busca intensa continua

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Após relato de menino de 8 anos, cães farejadores indicam que crianças desaparecidas estiveram em casa abandonada no Maranhão

O secretário de Segurança Pública do Maranhão (SSP) afirmou ainda que os cães farejadores desceram uma região de ribanceira e circularam nas proximidades do lago. ‘Casa caída’ teria sido um dos locais que as crianças estiveram no Maranhão – Foto: Divulgação/ SSP

Cães farejadores que integram a força-tarefa de busca pelas crianças Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, desaparecidas há 12 dias em Bacabal (MA), indicam que elas estiveram em uma casa abandonada próxima a uma região de lago durante as buscas realizadas nesta quinta-feira (15). A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP).

Os cães farejadores identificaram que Ágatha Isabelly, Allan Michael e o primo deles, Anderson Kauã, de 8 anos – resgatado no dia 7 de janeiro DE 2016, estiveram na casa, chamada pelos policiais como “casa caída”, localizada no povoado São Raimundo, na zona rural de Bacabal (MA).

De acordo com o secretário de Segurança Pública, Maurício Martins, a casa foi descrita por Anderson Kauã após ser encontrado. A criança teria relatado que, em uma das noites em que estavam desaparecidos, chegou ao local com Ágatha e Allan, deixou os primos na casa e saiu em busca de ajuda. Pouco depois, o menino foi encontrado.

O secretário explicou ainda que os cães farejadores desceram uma região de ribanceira e circularam nas proximidades do lago. Entretanto, até o momento, nenhuma pista das crianças foi encontrada. Com isso, a nova estratégia é aumentar a região das buscas e intensificar os trabalhos em um perímetro maior.

Após relato de menino de 8 anos, cães farejadores confirmam que crianças desaparecidas estiveram em casa abandonada no Maranhão. As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos em Bacabal, no interior do Maranhão, entraram no 12º dia nesta quinta-feira. Mais de 500 pessoas entre agentes de forças de segurança e voluntários trabalham nas buscas.

A área de lago começou a ser vistoriada ainda na quarta-feira (14), com varredura feita na mata e no lago e com mergulhadores intensificando os trabalhos nesta quinta-feira. O lago tem cerca de 300 metros quadrados, com aproximadamente 1 metro e 20 centímetros de profundidade. A expectativa é que, no máximo, em três dias os mergulhadores consigam mapear toda a área do lago.

Além da operação no lago, as equipes continuam as buscas em trilhas, caminhos e veredas próximas ao povoado, em áreas que podem ter sido percorridas pelas crianças. Nesta etapa, os trabalhos também avançam para a mata mais fechada. Até o momento, não foram encontrados vestígios das crianças.

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