Jornal Diário do Estado

Caiado participa do encerramento do circuito das Cavalhadas na Cidade de Goiás

Município voltou ao circuito do evento, que começou em junho. A partir do próximo ano, a apresentação será em mais três cidades

Após dois dias de encenação da cidade de Goiás,  o circuito de Cavalhadas 2022 chegou ao fim nesta quarta-feira, 12. O encerramento teve a presença do governador Ronaldo Caiado, que prometeu promover o evento no estado durante mais quatro anos de mandato. A partir do próximo ano, mais três cidades integrarão o rol de municípios que contarão com apresentações anuais:  Silvânia, Niquelândia e Luziânia.

“Eu falei para a minha assessoria que, se já temos 11 municípios com Cavalhadas, não seria justo que a primeira capital do Estado não resgatasse essa história também. Enquanto for governador, vai ter Cavalhadas todo ano”, explicou em discurso.

O evento voltou ao calendário do município com apoio da administração estadual, por meio das Secretarias de Estado da Cultura, que destinou R$ 200 mil à organização, e da  Retomada.

O circuito  começou em junho e passou por  Corumbá, Jaraguá, Palmeiras de Goiás, São Francisco, Crixás, Santa Cruz de Goiás, Santa Terezinha, Hidrolina, Pilar de Goiás, Pirenópolis e Posse. Ao todo, os municípios receberam R$ 3,1 milhões em recursos estaduais para financiamento das festas. 

Para o ano que vem, o secretário de Cultura, Marcelo Carneiro, confirmou a ampliação de 12 para 15 cidades participantes, com a entrada de Silvânia, Niquelândia e Luziânia no circuito. A expectativa é estimular ainda mais a participação popular. “A gente percebe o envolvimento da família, de filhos e de jovens que começam a entender sua história e a compreender  a importância de se preservar a memória”, disse. 

A visita do governador Caiado teve a companhia da primeira-dama Gracinha Caiado, que se recupera de uma luxação no braço ocorrida durante um acidente com a van onde estava enquanto se dirigia para uma carreta no interior há cerca de duas semanas. 

Cavalhadas

As Cavalhadas são uma representação das batalhas entre cristãos e mouros na Península Ibérica ocorridas entre os séculos IX e XV. Dois exércitos, com 12 cavaleiros de cada lado, encenam uma luta coreografada e repleta de ornamentos. Na festa, também há a presença dos mascarados, que são personagens que representam o povo e saem às ruas, a pé ou a cavalo, promovendo algazarras.