Câmara Municipal discute tombamento histórico e cultural de Pit-Dogs de Goiânia

“Nós vemos com bons olhos, já que outros segmentos da área de alimentação são tombados pelo país”

A Câmara Municipal de Goiânia abriu nesta quarta-feira (23), audiência pública para discutir o Projeto de Lei que prevê o tombamento pelo patrimônio histórico e cultural dos Pit-Dogs e lanches da capital.

Em relação a importância desta ação o presidente do Sindicato dos donos de Pit-Dogs (Sindpit-dog), Ademildo de Godoy espera pela aprovação do projeto, para que isso traga a eles uma facilidade e agregação de valores e respeito. “Nós vemos com bons olhos, já que outros segmentos da área de alimentação são tombados pelo país”, destaca.

Uma cultura típica do estado de Goiás, os Pit – Dogs ganham prestigio por todos os goianos. Com isso e por meio da receptividade dada pelos vereadores, Ademildo acredita na aprovação do Projeto. “Sinto que tem uma receptividade grande em relação ao apoio dos vereadores, e eu acredito que vamos conseguir aprovar esse projeto”, afirma.

Foto: reprodução

O vereador Allyson Lima, destacou durante a audiência que a pressão social é que fez com que os olhares se voltassem a essa causa. “Goiânia hoje conta com mais de 1.500 Pit-Dogs, então é muita gente trabalhando e gerando emprego e até mesmo sendo um atrativo gastronômico da nossa capital”, ressaltou o vereador. Ele que também se referiu aos Pit-Dogs como uma realidade social dos goianos, já que não existe em qualquer outra região do país. “Existe lanchonete, mas Pit-Dog é patrimônio do goiano”, diz.

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A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou que as câmeras corporais registraram a ocorrência. O autor do disparo e o segundo policial militar que participou da abordagem prestaram depoimento e permanecerão afastados das atividades operacionais até a conclusão das apurações. A investigação abrange toda a conduta dos agentes envolvidos, e as imagens das câmeras corporais serão anexadas aos inquéritos conduzidos pela Corregedoria da Polícia Militar e pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
 
O governador Tarcísio de Freitas, de São Paulo, lamentou a morte de Marco Aurélio por meio de rede social. “Essa não é a conduta que a polícia do Estado de São Paulo deve ter com nenhum cidadão, sob nenhuma circunstância. A Polícia Militar é uma instituição de quase 200 anos, e a polícia mais preparada do país, e está nas ruas para proteger. Abusos nunca vão ser tolerados e serão severamente punidos,” disse o governador.
 
O ouvidor da Polícia do Estado de São Paulo, Claudio Silva, avalia que há um retrocesso em todas as áreas da segurança pública no estado. Segundo ele, discursos de autoridades que validam uma polícia mais letal, o enfraquecimento dos organismos de controle interno da tropa e a descaracterização da política de câmeras corporais são alguns dos elementos que impactam negativamente a segurança no estado. O número de pessoas mortas por policiais militares em serviço aumentou 84,3% este ano, de janeiro a novembro, na comparação com o mesmo período do ano passado, subindo de 313 para 577 vítimas fatais, segundo dados divulgados pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) até 17 de novembro.
 
O Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública e Controle Externo da Atividade Policial (Gaesp) do MPSP faz o controle externo da atividade policial e divulga dados decorrentes de intervenção policial. As informações são repassadas diretamente pelas polícias civil e militar à promotoria, conforme determinações legais e resolução da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP).

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