O caminhoneiro bombado Marcos Sodré, de 40 anos, está chamando a atenção nas redes sociais com seu corpo definido e sua rotina de exercícios na estrada. Com mais de 94 mil seguidores, o caminhoneiro de Anápolis, localizada a 55 km de Goiânia, compartilha não apenas seu físico, mas também as paisagens das rodovias por onde trafega e a dieta que mantém enquanto cumpre suas demandas de trabalho.

Marcos enfrenta os desafios da profissão e rebate críticas sobre sua experiência como caminhoneiro. Ele relata que algumas pessoas questionam sua autenticidade no meio, dizendo coisas como: ‘Ah, caminhoneiro nutella’, ‘Ah, esse daí começou agora’, ‘Ah, esse daí era de outra profissão’. Porém, o caminhoneiro afirma que está na estrada desde os 14 anos, e aos 40, está firme na profissão que escolheu, enfrentando todos os desafios que ela traz.

Em seu perfil, Marcos compartilha sua determinação em manter a rotina de treinos mesmo cansado das jornadas exaustivas nas estradas. Ele enfatiza que os exercícios são essenciais para preparar seu corpo e sua mente para lidar com a rotina desafiadora da profissão de caminhoneiro. Mesmo admitindo que é puxado, o caminhoneiro se mantém focado em seu objetivo de manter-se saudável e em forma.

Repercussão nas Redes

Nas postagens de Marcos, é possível ver uma série de comentários dos seguidores, que se dividem entre os que admiram sua dedicação e os que fazem críticas. Um dos seguidores defende o caminhoneiro, afirmando que as críticas vêm daqueles que são inseguros, enrustidos ou frustrados, parabenizando Marcos por seu estilo de vida.

Outra seguidora, mencionando um posto em Guarulhos, brinca dizendo que no local não existem caminhoneiros como Marcos, destacando as diferenças de estilo entre ele e outros profissionais da estrada. A interação dos seguidores mostra a diversidade de opiniões e a relevância que Marcos conquistou ao compartilhar sua rotina nas redes.

Com mais de 90 toneladas de peixe disponíveis. A ação, promovida pela ADS, visa garantir o abastecimento durante a Semana Santa.

Segundo a organização, 60 piscicultores de sete municípios do Amazonas participam da iniciativa. A expectativa é atender mais de 30 mil consumidores até o fim da semana.

Os preços dos pescados estão até 30% mais baixos em comparação com o mercado tradicional, de acordo com levantamento da ADS. O tambaqui, por exemplo, é vendido a partir de R$ 12 o quilo.

Locais e horários de funcionamento

O feirão acontece em dois pontos da capital amazonense. A Arena Poliesportiva Amadeu Teixeira, no bairro Flores, e o Centro Cultural dos Povos da Amazônia, no bairro Crespo, funcionam das 7h às 19h nesta quarta e quinta. Na sexta-feira (3), o atendimento vai das 7h às 13h.

Além do pescado, os locais contam com a Feira de Produtos Regionais, onde consumidores encontram frutas, verduras e legumes direto do produtor. A iniciativa fortalece a economia local e reduz a cadeia de intermediários.

Outro diferencial é o serviço gratuito de limpeza e retirada de espinhas, oferecido aos clientes. A medida facilita o preparo do peixe e tem sido bem avaliada por quem passa pelo local.

Impacto econômico e segurança alimentar

A realização do Feirão do Pescado também tem impacto direto na segurança alimentar da população. De acordo com especialistas, iniciativas como essa garantem acesso a proteínas de qualidade a preços justos.

O evento movimenta a economia de cidades do interior, que escoam sua produção para a capital. Presidente Figueiredo, Manacapuru e Itacoatiara estão entre os municípios participantes.

“É uma oportunidade de valorizar o produtor local e oferecer ao consumidor um produto fresco e sustentável”, destacou o presidente da ADS em entrevista ao DE.

Expectativa para os próximos dias

Com a proximidade da Sexta-feira Santa, a expectativa é de aumento no fluxo de consumidores. A organização recomenda que os visitantes cheguem cedo para evitar filas e garantir as melhores opções de pescado.

A ADS também informou que reforçou as equipes de limpeza e segurança nos dois locais. A estrutura conta com tendas cobertas, gelo para conservação e sinalização de acessibilidade.

O Feirão do Pescado se consolida como uma das principais ações de abastecimento durante a Semana Santa no Amazonas. A iniciativa completa 15 anos em 2026 e tem servido de modelo para outros estados da região Norte.