O cenário político do Distrito Federal (DF) já começa a se definir com a confirmação de oito candidatos ao Senado para as eleições de 2026. Entre os nomes que entrarão na disputa estão figuras conhecidas da política, como Michelle Bolsonaro e Leila do Vôlei, representando diferentes partidos e perspectivas.
A lista dos candidatos, em ordem alfabética, inclui: Bia Kicis (PL), Cristian Viana (Podemos), Eduardo Zanata (PSTU), Erika Kokay (PT), Leila do Vôlei (PDT), Michelle Bolsonaro (PL), Sebastião Coelho (Novo) e Tiago Tarsis (Agir). Essa seleção foi concluída após o término dos prazos para convenções partidárias, que se encerraram na quarta-feira, dia 5 de outubro.
As convenções partidárias são momentos importantes para a definição de candidaturas, e os partidos têm até 15 de agosto para registrar oficialmente os nomes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O primeiro turno das eleições está agendado para 4 de outubro, com um possível segundo turno marcado para 23 de outubro.
Dentre os candidatos, Bia Kicis, do PL, é conhecida por sua proximidade com a família do ex-presidente Jair Bolsonaro e por seu papel ativo na Câmara dos Deputados, onde atualmente cumpre seu segundo mandato. Já Leila do Vôlei, atual senadora, busca a reeleição e traz uma formação no esporte que a tornou uma figura pública de destaque.
Outro nome em ascensão é o de Michelle Bolsonaro, que almeja conquistar mais espaço para a sigla entre o público feminino, especialmente após sua atuação como primeira-dama. Seu trabalho no PL Mulher foi enfatizado até sua saída do cargo, o que trouxe um novo foco à sua candidatura.
Na outra ponta, Erika Kokay chefia o PT e possui uma longa trajetória política, enquanto Cristian Viana traz sua experiência à frente do Podemos, se concentrando em questões relacionadas ao desenvolvimento do Entorno do DF. Eduardo Zanata, do PSTU, e Sebastião Coelho, do Novo, também compõem a lista, cada um com sua visão e propostas.
Tiago Tarsis, que se declara microempresário e agricultor, promete uma campanha diferente, evitando comícios e usando redes sociais para se conectar com eleitores. Sua proposta é de ser um candidato de quatro anos, passando o mandato para seu suplente, um policial militar, enfatizando uma renovação nas práticas políticas tradicionais.
Esses candidatos têm até 15 de agosto para registrar suas candidaturas, e a expectativa é que os debates e campanhas eleitorais forneçam mais detalhes sobre suas propostas e visões para o futuro do Senado e do Distrito Federal.



