Um casal foi flagrado fazendo sexo dentro de uma cabine de fotos em um shopping em Birmingham, na Inglaterra. A filmagem foi originalmente compartilhada no Snapchat por um usuário e, desde então, ressurgiu na internet. Ela mostra um grupo de jovens reunidos ao redor da cabine de fotos, cujas cortinas estão fechadas. Um homem vestindo um moletom cinza pode ser visto caminhando em direção à estrutura fechada. Rindo com os amigos, o rapaz abre a cortina para revelar uma mulher que parece estar praticando sexo oral em um homem. Ele, então, sai correndo enquanto a garota tenta desesperadamente fechar a cortina. “Na cabine de fotos da Bullring é uma loucura”, dizia a legenda.
Não demorou muito para que os usuários brincassem com a dupla. Um deles disse: “Só queria que meu passaporte fosse emitido”. O sexo é um dos pilares para uma vida saudável, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Uma vida sexual ativa e saudável tem impacto direto no bem-estar. O prazer e o orgasmo liberam hormônios responsáveis pela diminuição do estresse e pela melhora do sono. É possível manter a sexualidade ativa e saudável até a terceira idade. No sexo, tudo é liberado desde que com total consentimento de todos os envolvidos e segurança.
Não é de hoje que pessoas são “pegas no flagra” quando se trata de sexo em público. Mas o que explica esse “desejo” de se aventurar? Em entrevista anterior à coluna Pouca Vergonha, a psicóloga e sexóloga Laís Melquíades explicou que a “adrenalina” de transar e poder ser pego é o que move algumas pessoas. A prática é chamada de dogging e, segundo a expert, tem relação com o universo voyeur, mesmo que ninguém realmente esteja vendo. No entanto, segundo o artigo 233 do Código Penal Brasileiro, “praticar ato obsceno em lugar público, aberto ou exposto ao público” é crime. A pena é de três meses a um ano de detenção ou o pagamento de uma multa. Se você quer ficar por dentro de todas as notas e reportagens da coluna de Pouca Vergonha, acesse o site do DE.