Caso Beatriz: Suspeito confessa ter matado adolescente pois ela “precisava de um corretivo”

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O tio de consideração da adolescente Beatryz Emelly Nunes da Silva Ferreira, de 14 anos, morta na última quarta-feira, 21, confessou ter matado a jovem pois ela “precisava de um corretivo”. Corpo da vítima foi encontrado enterrado no quintal da casa do suspeito na quarta-feira, 21, em Britânia.

Segundo o delegado William Caio, responsável pelo caso, o autor contou que Beatryz foi até a casa dele na manhã de terça-feira, 20, para ajudar a configurar um celular. No local, ela teria sido “grossa” com ele, o que teria irritado o homem. Ele, então, teria usado um pedaço de madeira para agredir a adolescente.

Durante o depoimento, o suspeito contou que a esposa teria o incentivado a continuar com as agressões porque a “menina estava precisando de um corretivo mesmo”. Após as agressões, a jovem caiu e ficou imóvel no chão, o que fez o casal acreditar que ela estava morta. A mulher teria, então, instruído o homem a enterrar o corpo da adolescente no quintal.

Desaparecimento

Beatryz foi registrada como desaparecida no mesmo dia do crime, na última terça-feira, 20, após a mãe perder o contato com ela. Câmeras de segurança registraram o momento em que a adolescente saiu de casa de bicicleta e andou por ruas da cidade. Já na quarta-feira, 21, vizinhos do suspeito acionaram a polícia relatando que haviam ouvido barulhos e movimentações estranhas na casa do suspeito, que era considerado como tio pela jovem.

O corpo foi encontrado na casa do suspeito, identificado como Paulo Fagundes de Oliveira, preso em flagrante após confessar o crime. Também estavam na cova o celular da vítima e o pedaço de madeira utilizado no crime.

Segundo o delegado, a vítima foi identificada rapidamente pois o rosto estava preservado. Uma perícia foi realizada no local e exames complementares devem apontar se houve violência sexual antes do assassinato, hipótese que ainda não foi descartada.

Suspeito permanece preso e deve responder por homicídio qualificado, com agravantes por motivo fútil e meio cruel. A Polícia Civil continua investigando o caso.

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