No julgamento do Caso Master, o ministro Mendonça e Luiz Fux votaram para manter a prisão de Daniel Vorcaro. O banqueiro é suspeito de liderar uma organização criminosa com prática de atos de ameaças concretas, incluindo um ‘braço armado’ para intimidar adversários.
A decisão ocorre na Segunda Turma da Corte, aguardando o posicionamento de Nunes Marques e Gilmar Mendes. Alcolumbre enviou ofício para liberar R$ 379 milhões em emendas, incluindo verba para empresa relacionada a Vorcaro.
Mendonça destacou que a polícia identificou atos de ameaças concretas e ressaltou a presença de integrantes da organização criminosa ainda não presos. Segundo ele, a grupo representa uma ameaça latente pela permanência de atividades criminosas.
No plenário virtual, Mendonça e Fux seguiram com seus votos, aguardando os posicionamentos de Gilmar Mendes e Nunes Marques para o desfecho do julgamento. Toffoli se declarou suspeito para analisar decisões do inquérito sobre o Banco Master.
Vorcaro é acusado de liderar uma organizaçãocriminosa denominada ‘A Turma’, com impacto potencial no sistema financeiro nacional. A investigação aponta para tentativa de obtenção de informações sigilosas e monitoramento de autoridades.
O grupo criminoso contava com um ‘braço armado’ para intimidação dos adversários. O banqueiro foi preso pela PF com evidências do uso de ‘coação por meio de milícia privada’. As investigações apontam para a obtenção ilegal de informações sigilosas e a intimidação de críticos do Master.
O voto de Mendonça e Fux mantém a prisão de Vorcaro enquanto aguarda-se os ministros Gilmar Mendes e Nunes Marques. A análise ressalta a possibilidade de interferência na investigação, apontando ‘danos bilionários à sociedade’ em caso de liberação dos investigados.
A continuidade da prisão é considerada necessária para a preservação das provas e das investigações em andamento, afirma Mendonça. Os desdobramentos do caso envolvem a persistência da organização criminosa.
Mendonça enfatiza a existência de ‘fortes indícios’ de atividades criminosas e de intimidação a adversários pelo grupo liderado por Vorcaro. A prisão é mantida com base nos riscos de interferência na justiça e destruição de provas pelos investigados.




