A regional de Campinas, que abrange cidades como Campinas, Hortolândia, Paulínia, Sumaré e Várzea Paulista, apresentou um total de cinco casos confirmados de mpox em 2026, conforme levantamento da Secretaria Estadual de Saúde. Além disso, há 11 casos suspeitos em investigação na região.
Desde o início do ano, foram notificados 38 casos suspeitos na área do Departamento Regional de Saúde de Campinas (DRS-7), dos quais 13 já foram descartados. A informação foi confirmada pelo de através do Painel de Monitoramento dos casos nesta sexta-feira (27). No estado de São Paulo, foram confirmados 59 casos de mpox ao longo do ano.
Todos os casos confirmados na regional de Campinas são do sexo masculino, sendo dois deles na faixa etária de 25 a 29 anos e os outros três na faixa de 35 a 39 anos. Em Campinas, por exemplo, o paciente curado tinha 35 anos e apresentou sintomas em janeiro, sendo atendido na rede privada. A cidade de Sumaré também registrou um homem de 37 anos como caso confirmado, que se recuperou após receber atendimento no Hospital Ouro Verde, em Campinas.
A Prefeitura de Hortolândia afirmou que irá se manifestar sobre os casos de mpox apenas por meio da Secretaria Estadual de Saúde e do Ministério da Saúde. Já em Paulínia, a cidade informou que o paciente já está curado e não representa mais risco de contágio. Até o momento da publicação desta reportagem, Várzea Paulista não havia se manifestado.
Uma nova variante da doença foi detectada no Reino Unido e na Índia, indicando que o vírus pode estar circulando mais amplamente do que o documentado até o momento, conforme a Organização Mundial da Saúde. Os sintomas dos pacientes afetados pela nova variante foram semelhantes aos casos anteriores, sem gravidade. O rastreamento de contatos não identificou novas infecções associadas.
A mpox é uma zoonose viral transmitida entre pessoas e animais, podendo ocorrer por contato próximo a fluidos corporais de uma pessoa contaminada ou por mordida de animais doentes. Alguns sintomas incluem dor de cabeça, gânglios inchados e erupções na pele. Para evitar o contágio, especialistas recomendam evitar contato direto com lesões, manter a higiene das mãos e não compartilhar objetos pessoais.
Assim, a região de Campinas precisa estar atenta aos casos de mpox e às orientações das autoridades de saúde para prevenir a propagação da doença. Mantenha-se informado sobre as notícias da região através do site do De.




