Chefe de agência vira ‘Jesus Cristo’ para Enel em meio à crise

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Na agência da Enel, o chefe Sandoval Feitosa foi comparado a ‘Jesus Cristo’ por supostamente antecipar seu voto em relação ao cancelamento do contrato. Diretores consideram que essa atitude poderia ser interpretada como uma tentativa de favorecer a concessionária, gerando polêmica e discussões sobre o processo em andamento. Apesar das brincadeiras na empresa, Feitosa negou qualquer tipo de ajuda à Enel e explicou que sua ação visava apenas levar a discussão para um novo processo de caducidade, sem julgar o mérito.

Com o novo posicionamento, Sandoval Feitosa tenta expor o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, que, segundo ele, estaria agindo de maneira contraditória. Enquanto Silveira nega as acusações e alega seguir recomendações técnicas, Feitosa busca demonstrar independência e atender aos pedidos de autoridades locais. O processo de análise dos indicadores de qualidade da Enel em 2024 está em andamento na Aneel, com possíveis desdobramentos em um processo de caducidade. A diretoria avalia os impactos climáticos nas operações da empresa e a exigência de cumprimento rigoroso das metas de qualidade.

A Enel argumenta que as tempestades desde 2023 são eventos climáticos imprevisíveis, afetando seu desempenho. No entanto, a agência reguladora busca formas de responsabilizar a empresa por atrasos prolongados após tais eventos. O diretor Gentil de Sá Nogueira Junior pede mais tempo para análise, destacando a complexidade da situação. Com o desenrolar dos acontecimentos, a Enel enfrenta desafios para manter sua imunidade a penalidades diante das pressões da Aneel e das expectativas da sociedade em relação à qualidade do serviço prestado.

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