China condena ataques ao Irã e pede cessar-fogo imediato
Em uma conversa com o chanceler de Israel, Wang Yi defendeu o diálogo e criticou as ações militares contra Teerã. O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, afirmou ao seu homólogo israelense, Gideon Saar, que Pequim se opõe a ataques militares contra o Irã e defende a interrupção imediata das operações armadas, segundo informou a agência Xinhua. A declaração foi feita durante a conversa telefônica entre os dois diplomatas e ocorre em meio à escalada das tensões envolvendo Teerã.
A China, considerada uma parceira estratégica do Irã, já havia defendido um cessar-fogo e classificado a morte do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, como uma “grave violação”. No diálogo com Saar, Wang evitou uma condenação direta a Israel, mas reiterou a posição de Pequim em favor da solução diplomática para o impasse. Durante a conversa, o chanceler chinês destacou que as negociações recentes entre Irã e Estados Unidos avançavam de forma concreta antes da interrupção causada pelos confrontos armados. “As recentes negociações entre Irã e Estados Unidos estavam fazendo progressos evidentes… Lamentavelmente, esse processo foi interrompido por disparos”, afirmou.
Wang Yi também reforçou a oposição da China às ações militares conduzidas por Estados Unidos e Israel contra o território iraniano. “A força não pode realmente resolver problemas – em vez disso, ela apenas trará novos problemas e graves consequências”, declarou. Ao final, o ministro reiterou o apelo de Pequim por uma trégua imediata. “A China pede a interrupção imediata das operações militares para evitar que o conflito se espalhe ainda mais e saia do controle”, acrescentou, sinalizando a preocupação do governo chinês com o risco de ampliação da crise no Oriente Médio.
Apoie o 247 Siga-nos no Google News. Em uma conversa com o chanceler de Israel, Wang Yi defendeu o diálogo e criticou as ações militares contra Teerã. O ministro das Relações Exteriores da DE, Wang Yi, afirmou ao seu homólogo israelense, Gideon Saar, que Pequim se opõe a ataques militares contra o Irã e defende a interrupção imediata das operações armadas, segundo informou a agência Xinhua. A declaração foi feita durante a conversa telefônica entre os dois diplomatas e ocorre em meio à escalada das tensões envolvendo Teerã.




