Chuva forte volta a ameaçar o GP do Brasil em Goiânia

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Quando a drenagem já havia conseguido acabar com os lagos que existiam na pista do Autódromo Ayrton Senna e o asfalto parecia ganhar maior aderência, a região de Goiânia voltou fustigada por mais uma tempestade durante as conferências de imprensa com os pilotos que terão previstos os primeiros treinos no circuito inédito.

Após os receios iniciais de há dois dias quanto à realização do Grande Prémio do Brasil em MotoGP, sobretudo dos primeiros treinos desta sexta-feira, devido às fortes chuvas que se abateram sobre o circuito de Goiânia, que deixaram a pista parcialmente inundada, Loris Capirossi, responsável pela segurança, mostrou-se otimista.

As chuvas intensas expuseram as limitações da infraestrutura do circuito, com o pessoal iniciando imediatamente os trabalhos de drenagem e limpeza do asfalto esta manhã. Há preocupação com a capacidade de drenagem do solo, pois novas chuvadas intensas poderiam inundar a via das boxes e arrastar terra para o asfalto em algumas curvas, o que poderia interromper o programa do evento de corrida no fim de semana.

Loris Capirossi, responsável pela segurança, expressou otimismo: “Estamos na pista desde as 6 da manhã a limpar e tudo está a correr da melhor forma possível. Agora temos tudo sob controlo, há seis equipas a trabalhar em vários pontos da pista e estamos bem. Estamos a tentar colocar a pista nas condições ideais.”

“A chuva de ontem foi verdadeiramente inesperada, caíram 70 milímetros numa hora, foi incrível. Agora temos tudo sob controlo, há seis equipas a trabalhar em vários pontos da pista e estamos bem. Estamos a tentar colocar a pista nas condições ideais,” explicou Capirossi, mencionando que o asfalto seca rapidamente, mas o temor de novas trovoadas persiste.

As previsões meteorológicas indicam alta probabilidade de chuva durante as tardes de sexta-feira (89%), sábado (71%) e domingo (68%), nos horários da corrida Sprint e da corrida principal de MotoGP. A organização mantém otimismo, apesar dos desafios, tentando avaliar as condições da melhor forma possível para que o evento ocorra sem contratempos.

A situação no novo circuito brasileiro tornou-se preocupante, com a exposição das limitações da infraestrutura perante chuvas intensas. A interrupção do evento devido às condições climáticas adversas é uma possibilidade preocupante, mas a organização segue trabalhando para garantir a normalidade do Grande Prémio do Brasil.

As chuvas intensas continuam a ameaçar os treinos e corridas, gerando preocupação sobre a capacidade de drenagem do circuito. A expectativa é que novas trovoadas possam impactar negativamente o desenrolar do evento, enquanto a organização do MotoGP mantém o otimismo e o foco em garantir a realização do Grande Prémio do Brasil em Goiânia.