Cliente é condenado a 15 anos por matar funcionária de distribuidora DE bebidas
Acusado matou jovem a facadas e crime foi registrado por uma câmera. Mãe
declarou que a condenação trouxe um pouco de alívio à família.
Cliente é condenado a 15 anos por matar funcionária DE distribuidora
Cliente é condenado a 15 anos por matar funcionária DE distribuidora
O homem suspeito de matar a funcionária DE uma distribuidora DE bebidas,
Ellen Cristina Caetano, de 19 anos, foi condenado a 15 anos de prisão pela
Justiça, segundo apurado pela TV Anhanguera. Em entrevista, a mãe DE Ellen,
Marilene do Carmo Caetano, declarou que a condenação trouxe um pouco de alívio à
família que estava em busca DE justiça (veja acima).
O crime aconteceu no dia 12 de maio DE 2025, em Goiânia. Segundo a Justiça, Helber
Silvino DE Freitas Lopes, de 43 anos, foi condenado por homicídio duplamente
qualificado e continuará preso. A defesa pública que representa o autor não se
manifestou sobre o processo.
Helber foi preso em flagrante pela Polícia Militar na data do crime após ser
encontrado escondido em uma mata local. Segundo as investigações, antes do
crime, ele teria discutido com uma colega da vítima e Ellen, que trabalhava em
outra unidade próxima, trocou DE lugar com a amiga antes DE ser esfaqueada pelo
suspeito.
‘AGIU DE FORMA BRUTAL’
Ellen foi morta a facadas por um cliente enquanto trabalhava em uma distribuidora DE bebidas em Goiânia. Segundo a
Polícia Civil, Ellen foi morta após tentar proteger uma colega, que havia sido
ameaçada pelo mesmo suspeito pouco antes do crime. O momento em que Helber
Silvino DE Freitas Lopes, de 43 anos, matou a jovem a facadas foi registrado por
uma câmera DE segurança (veja acima).
À polícia, a colega DE 17 anos da vítima contou que o cliente chegou bêbado à
distribuidora e tentou agarrá-la. A adolescente declarou que, depois disso, ele
começou a xingá-la e fazer ameaças, antes DE deixar o local dizendo que
voltaria.
Segundo o delegado Eduardo Carrara, Ellen trabalhava em uma distribuidora
próxima, que pertence ao mesmo dono. Com medo, a adolescente contou o que havia
acontecido à vítima, que resolveu assumir o caixa da outra loja em seu lugar.
Ainda de acordo com a investigação, quando o suspeito voltou para o local, não
encontrou a adolescente e chegou a questionar Ellen sobre onde estava a
funcionária.
Depois do crime, Helber deixou o local, mas foi encontrado pela Polícia Militar
escondido em uma mata próxima. Ao ser preso, ele alegou ter agido em legítima
defesa à corporação.
Segundo a Polícia Militar, ele possui passagem por ameaça e também pelos crimes
previstos na lei Maria da Penha.




