O Diário do Estado promoveu a cobertura do Bloco Fúnebre no Carnaval de Belo Horizonte no ano de 2025, cujo tema foi “Sexta-feira 13 – Ô Sorte!!”. O cortejo aconteceu pelas ruas do bairro Mangabeiras, abrindo oficialmente o período carnavalesco na capital mineira. Tradicionalmente, os foliões do Bloco Fúnebre seguem madrugada adentro no sábado de carnaval, fantasiados com temas relacionados à morte como forma de valorizar a memória dos que se foram.
Neste ano, o Bloco Fúnebre saiu em uma data simbólica e recebeu o patrocínio de uma empresa de planos funerários, que buscou desmistificar o tabu em torno da morte e celebrar a vida. A fundadora e vocalista, Flávia Ribeiro, destacou a importância desse apoio para ampliar a mensagem do bloco e quebrar tabus por meio da arte.
Alessandro Oliveira, diretor de marketing e comercial do Grupo Zelo, empresa que patrocina o bloco, destacou que o apoio fortalece o compromisso com iniciativas que ampliam o diálogo sobre a memória e a vida, buscando desmistificar a morte e o senso comum associado ao segmento funerário. A parceria visa manter viva a tradição do Bloco Fúnebre, que já completa 13 anos de existência.
Para a edição de 2026, o Bloco Fúnebre celebrou 13 anos em uma sexta-feira 13, com o tema “Sexta-feira 13 – Ô Sorte!!”. A proposta do desfile é transformar o simbolismo do azar em festa, trazendo referências brasileiras de superstições, misticismo e terror clássico. Personagens como a Loira do Bonfim e o Capeta da Vilarinho foram confirmados no cortejo, mantendo a conexão do bloco com o imaginário de Belo Horizonte.
A concentração do Bloco Fúnebre acontece na Praça da Bandeira, no bairro Mangabeiras, com saída prevista para a meia-noite pela Avenida Afonso Pena. O cortejo segue pelas ruas da região Centro-Sul de BH e tem a dispersão prevista para as 3h, na Praça Milton Campos. O Diário do Estado cobrirá e acompanhará de perto todos os detalhes desse evento carnavalesco cheio de simbolismo e tradição em Belo Horizonte.




