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Nos EUA, Bolsonaro diz que deixará governo “de forma democrática”

Presidente está nos Estados Unidos participando da Cúpula das Américas e se reuniu com o cehefe de Estado americano, Joe Biden

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O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL), está nos Estados Unidos (EUA) participando da Cúpula das Américas que acontece em Los Angeles, Califórnia.

Na última quinta-feira (09) Bolsonaro se reuniu com o presidente americano Joe Biden. Foi o primeiro encontro entre os políticos desde a vitória de Biden.

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Lembrando que o líder brasileiro era apoiador de Donald Trump e chegou a questionar também a lisura do processo eleitoral nos EUA quando Biden saiu vencedor.

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Chamou atenção a fala de Bolsonaro que garantiu ao norte americano que deixará o governo de “forma democrática”.

Apesar da declaração, o presidente brasileiro reforçou que defende “eleições, limpas, confiáveis e auditáveis, para que não sobre nenhuma dúvida após o pleito”.

Bolsonaro continuou “cheguei pela democracia e tenho certeza que, quando deixar o governo, também será de forma democrática”.

Essa semana, ao atacar o sistema eleitoral brasileiro, Bolsonaro disse que as forças armadas do País “não farão papel de idiota”. A ideia era responder o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, que recentemente declarou que as eleições no Brasil é assunto para “as forças desarmadas”.

Ao lado de Biden, Bolsonaro criticou a política do “fique em casa”, em alusão ao isolamento durante o período mais grave da pandemia como uma das justificativas para a crise econômica do País.

O brasileiro ainda se colocou a disposição de Biden para colaborar com o fim da guerra entre Rússia e Ucrânia, que segundo o presidente, também tem colaborado para agravar a crise no Brasil.

Já o presidente dos Estados Unidos afirmou que o Brasil tem instituições eleitorais “fortes” e que é uma “democracia vibrante”.

Biden disse que os EUA tem interesse em ajudar o Brasil a superar a crise econômica e destacou a importância do País se dedicar na preservação da Amazônia.

“Vocês tentam proteger a Amazônia e acredito que o resto do mundo precisa ajudar”. O americano também pediu a opinião de Bolsonaro sobre o tema.

Todo diálogo dos líderes ficou dentro do era o previsto. A imprensa que acompanhou o encontro saiu da sala sem que as perguntas fossem respondidas.

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