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Organizações e ativistas já mobilizam estratégias para evitar golpe nas eleições

Polarização da campanha entre Lula e Bolsonaro tem movimentado o cenário político. Petista defende que é preciso aprender a perder enquanto o atual presidente insiste em apontar "falhas" no sistema eleitoral brasileiro

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O cenário pré-campanha presidencial segue polarizado entre Lula (PT) e Bolsonaro (PL), com o petista aparecendo na liderança da maioria das pesquisas de intenções de votos de diferentes institutos e localidades.

A terceira via não decolou e não apresentou um nome que tire o protagonismo de Lula e Bolsonaro. Enquanto isso vemos organizações e ativistas preocupados com a garantia da democracia e respeito ao sistema eleitoral brasileiro.

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Enquanto o atual presidente segue dando declarações de que o modelo de votação e apuração de votos não é confiável, questionando o processo das urnas eletrônicas que funcionam no Brasil desde 1996, Lula defende que os postulantes ao cargo de presidente precisam aprender a perder, se referindo às ameaças golpistas do atual mandatário.

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Fato é que, no momento, centenas de entidades da sociedade civil, movimentos sociais e políticos, profissionais do direito e militantes acadêmicos, atuam em públicos e nos bastidores, para traçarem o roteiro de uma resposta imediata a ataques efetivos contra a ordem eleitoral.

Aliados a esses segmentos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tem a missão de garantir a legitimidade do processo eleitoral e respeito a escolha dos eleitores. O primeiro turno das eleições e 2022 acontece no dia 2 de outubro e o segundo turno no dia 30 do mesmo mês.

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