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Seis governadores renunciam para disputar as eleições em 2022

Prazo final para desincompatibilização é este sábado (2), quatro gestores já deixaram seus cargos

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Pelo menos seis governadores devem concorrer as eleições de 2022. Quatro deles já deixaram os cargos ao longo da semana. João Doria (PSDB-SP), pré-candidato a presidente, Flávio Dino (PSB-MA), pré-candidato a senador, Wellington Dias (PT-PI), pré-candidato a senador e Eduardo Leite (PSDB-RS), que ainda não anunciou qual mandato disputará.

Até o final de hoje está prevista a renúncia de outros dois governadores. Camilo Santana (PT-CE), pré-candidato a senador e Renan Filho (MDB-AL), pré-candidato a senador.

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De acordo com a legislação eleitoral termina neste sábado o prazo para que os políticos que vão disputar mandato eletivo em 2022 deixem seus cargos nos municípios, estados e também no Governo Federal.

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A exceção é apenas para aqueles que ocupam cadeiras no Legislativo, como vereadores, deputados estaduais e federais. Esses não precisam abrir mão do seu mandato para concorrer ao pleito.

Pela regra eleitoral, hoje, seis meses antes do primeiro turno das eleições, também é o prazo final para as filiações partidárias de quem vai concorrer ao pleito desse ano. O primeiro turno acontecerá no dia 2 de outubro.

Governo Federal
A dança das cadeiras também já aconteceu no Governo Federal. Na última quinta-feira (31), dez ministros deixaram seus postos para dar seguimento aos seus projetos eleitorais esse anos.

Entre eles estavam o da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, que se filiou ao Republicanos para concorrer ao Governo de São Paulo e Damares Alves, Mulher, Família e Direitos Humanos, também recém filiada ao Republicanos e deve disputar as eleições ao Senado pelo Amapá ou como deputada federal pelo mesmo Estado.

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