Condenação da ‘Barbie do Crime’ por golpes aplicados nas redes sociais

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A modelo fotográfica Bruna Cristine Menezes de Castro, também conhecida como ‘Barbie do Crime’, foi presa e condenada por aplicar golpes em mais de 100 pessoas com anúncios de produtos importados nas redes sociais. Ela foi condenada a prestar serviços comunitários e ao pagamento de uma multa de 10 salários mínimos. Durante o julgamento, ela confessou o crime e declarou estar arrependida. A segunda prisão de Bruna aconteceu em Goiânia. O g1 não localizou a defesa de Bruna até a última atualização.

Segundo a Polícia Civil, Bruna, apelidada de ‘Barbie’, mantinha perfis nas redes sociais de venda de produtos importados e aplicava golpes em clientes de Goiás e outros estados. Ela usava desculpas como doenças de familiares para não entregar os pedidos dos clientes. A investigação apontou que a modelo alegava que ela e o pai tinham câncer para evitar entregar os produtos comprados.

Bruna criava perfis com nomes falsos nas redes sociais para vender produtos como celulares, maquiagens e perfumes, cancelando contas e criando outros perfis. No primeiro golpe, teria recebido R$ 3,1 mil pela venda de um celular, mas nunca o entregou. A segunda vítima pagou R$ 700 pela entrada de um celular que também não recebeu.

Muitas vítimas relatam terem sido enganadas pela ‘Barbie do Crime’, incluindo o analista de sistemas Ryan Balbino, que depositou mais de R$ 15 mil em sua conta. Após diversas denúncias, Bruna foi condenada a prestar serviços comunitários e pagar multa. Ela foi detida mais duas vezes por descumprir a pena. Após a última prisão, conseguiu prisão domiciliar pela defesa. A história da ‘Barbie do Crime’ alerta sobre os perigos dos golpes nas redes sociais e a importância da prudência nas compras online.

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