Controvérsia na Argentina: Senado rejeita indicações de Milei à Suprema Corte e presidente viaja aos EUA, gerando debate e especulação

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O Senado da Argentina rejeitou duas indicações para a Suprema Corte propostas pelo presidente Javier Milei, em um revés para o líder libertário, que acusou os legisladores de politizar a votação. O decreto de fevereiro do presidente para nomear o atual juiz federal Ariel Lijo e o acadêmico Manuel Garcia-Mansilla foi questionado por juristas, oponentes políticos, grupos de direitos e um amplo espectro da política argentina, sobre preocupações processuais e questões sobre as qualificações dos indicados. “Você não pode nomear juízes por decreto… Não aceitaremos isso de forma alguma”, disse o senador da oposição Jose Mayans.

O Senado, que tem o poder de se opor à nomeação de juízes por decreto, rejeitou a nomeação de Garcia-Mansilla por uma votação de 51 a 20 e a de Lijo por 43 votos contra 27 (e uma abstenção). Alguns legisladores conservadores se juntaram à oposição para rejeitar as nomeações. Em uma declaração após a votação, o gabinete de Milei condenou o resultado e acusou o Senado de trabalhar apenas “para obstruir o futuro da nação argentina”. “É evidente que a politização do judiciário representa uma ameaça à democracia”, afirmou o gabinete do presidente argentino.

Milei planeja viajar aos EUA nesta semana, dizem fontes do governo. A atividade econômica da Argentina cresce no ritmo mais rápido desde 2022. A pobreza cai quase 15 pontos na Argentina e atinge 38,1% em 2024. Javier Milei viaja aos EUA para encontrar Trump. Todas essas notícias recentes estão movimentando a política argentina e gerando uma série de debates e discussões sobre o futuro do país e as ações do presidente Milei.

A rejeição das indicações para a Suprema Corte pelo Senado demonstra a divisão e a tensão política que atualmente permeiam a Argentina. Enquanto isso, o presidente Milei enfrenta críticas e desafios em seu governo, com opositores questionando suas decisões e abordagens. A viagem aos EUA de Milei também gera expectativas e especulações sobre possíveis encontros e acordos com líderes políticos internacionais. A situação política na Argentina continua sendo um assunto de grande interesse e relevância para todo o país.

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