Procon notifica postos que elevaram preço da gasolina em São Luís após guerra no
Oriente Médio
Consumidores denunciaram uma elevação de até R$ 0,15 no valor do litro em postos
de combustíveis da capital. Em caso de irregularidades, o Procon/MA afirma que
os estabelecimentos serão autuados.
1 de 1 Procon do Maranhão multa postos de combustível por prática abusiva nos
preços dos combustíveis. — Foto: Divulgação/Procon-MA
Procon do Maranhão multa postos de combustível por prática abusiva nos preços
dos combustíveis. — Foto: Divulgação/Procon-MA
O Instituto de Promoção e Defesa do Consumidor do Estado do Maranhão (Procon/MA)
começou a notificar, nesta semana, postos de combustíveis de São Luís
que aumentaram o preço do
litro da gasolina, supostamente motivados pela crise provocada pela guerra entre
Israel, Irã e Estados Unidos.
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De acordo com o órgão, consumidores denunciaram uma elevação de até R$ 0,15 no
valor do litro. A situação chamou atenção e resultou na abertura de procedimento
para apuração dos reajustes.
Os postos fiscalizados que apresentaram aumento estão sendo obrigados a
apresentar as três notas fiscais mais recentes de compra de combustíveis, com o
objetivo de verificar se os reajustes possuem respaldo legal ou se configuram
prática abusiva contra os consumidores.
Caso seja constatada irregularidade, o Procon/MA afirma que os estabelecimentos
serão autuados e poderão sofrer as sanções previstas no Código de Defesa do
Consumidor.
Em nota, o órgão informou ainda que segue acompanhando o cenário internacional e
os possíveis reflexos no mercado de combustíveis no estado.
* Em meio a ataques de Israel e dos EUA ao Irã, maranhense relata tensão e diz
que se abrigou com grupo em bunker
Procon notifica postos por alta da gasolina em São Luís
Procon notifica postos por alta da gasolina em São Luís
GUERRA EUA E ISRAEL X IRÃ
Estados Unidos e Israel lançaram um grande ataque contra o Irã na manhã de
sábado (28), o que deflagrou uma guerra entre os três países. Explosões foram
registradas na capital Teerã e em diversas outras cidades iranianas.
Os bombardeios mataram o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, e outros
membros de alto escalão da cúpula militar e de governo iraniano. Ao todo, 555
pessoas foram mortas desde o início dos ataques ao país, afirmou a organização
humanitária Crescente Vermelho do Irã em atualização na segunda-feira (2).
Em resposta aos ataques dos EUA e de Israel, o Irã disparou mísseis contra o
território israelense e contra bases militares norte-americanas no Oriente
Médio. Essa troca de ataques continua desde então, com bombardeios diários
contra Israel e Irã, sendo presenciados em outros países da região.
Os EUA informaram no domingo que três militares do país foram mortos desde o
início da guerra, e Trump prometeu “vingá-los”.
> “Infelizmente, haverá mais [mortes] antes que [a guerra] acabe. Mas os Estados
> Unidos vão vingar seus mortos e desferir o golpe mais devastador aos
> terroristas que travam uma guerra, basicamente, contra a civilização”, afirmou
> o presidente dos EUA no domingo.



