Cruzeiro x Corinthians: rivalidade na Copa do Brasil com destaque para camisa 10; relembre os confrontos

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Maior rival do Cruzeiro na Copa do Brasil, Corinthians esteve no caminho de dois títulos e sucumbiu à camisa 10; relembre

Times se enfrentaram em seis edições do torneio, com a Raposa avançando em quatro

Melhores momentos: Corinthians 1 x 2 Cruzeiro pela decisão da Copa do Brasil [https://s01.video.glbimg.com/x240/7096100.jpg]

Cruzeiro [https://de.globoesporte.globo.com/futebol/times/cruzeiro/] e Corinthians iniciam, nesta quarta-feira, a disputa por uma vaga na final da Copa do Brasil, competição habituada a receber o confronto. O time paulista é o adversário que os mineiros mais enfrentaram no torneio e estiveram no caminho de dois dos seis títulos conquistados. Em ambos, caiu diante de atuações decisivas de camisas 10 da Raposa.

No total, Cruzeiro e Corinthians se enfrentaram em 12 jogos do torneio. O equilíbrio é absoluto, com cinco vitórias para cada lado e dois empates. No entanto, a Raposa leva a melhor em relação ao mata-mata, tendo eliminado os paulistas em quatro das seis eliminatórias no torneio.

O primeiro confronto foi em 1991. O Corinthians levou a melhor nas oitavas de final, com vitórias por 3 a 1 e 1 a 0, mas acabou eliminado pelo Grêmio na fase seguinte. Os times se reencontraram em 1996, ano de um dos títulos mais emblemáticos da Raposa na Copa do Brasil.

O encontro com o Corinthians foi nas quartas de final. O Cruzeiro abriu vantagem de 4 a 0, no Independência (assista acima), e avançou mesmo com a derrota por 3 a 2, no Pacaembu. O destaque dos confrontos foi o meia Palhinha, que marcou um gol na goleada e deu assistências para os dois gols em São Paulo – uma delas após driblar o goleiro Ronaldo e deixar um zagueiro deitado (veja abaixo).

Os times ainda se esbarraram em 1998, 2002 e 2016, sendo que os paulistas levaram a melhor somente em 2002, conquistando a classificação em pleno Mineirão. Mas o Cruzeiro deu o troco em 2018, com requintes de crueldade.

Cruzeiro e Corinthians foram os finalistas daquela edição. Assim como em 2025, o sorteio estabeleceu que o mando de campo decisivo seria corintiano. A Raposa abriu vantagem mínima no Mineirão, com Thiago Neves, e voltou a vencer na NeoQuímica Arena, por 2 a 1, se isolando como o maior campeão da história da Copa do Brasil.

O jogo ficou marcado por polêmicas de arbitragem e um golaço de Arrascaeta, que chegou a São Paulo no dia do jogo, viajando direto do Japão, onde defendeu a seleção uruguaia. Aquela foi a primeira final da Copa do Brasil disputada com auxílio do VAR. E a ferramenta foi, de fato, utilizada em duas decisões importantes no jogo de volta.

Os dois lances foram no segundo tempo, antes de Arrascaeta entrar em campo. O uruguaio era titular da equipe, mas ficou no banco por conta do desgaste da viagem partindo da Ásia. Esteve em campo por menos de 30 minutos, o suficiente para arrancar do meio-campo e vencer Cássio – atual titular do Cruzeiro – com uma cavadinha de perna esquerda.

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