A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) investiga se a idosa encontrada morta em um terreno baldio, no Parque São Bento em Sorocaba (SP), foi vítima de violência sexual. Naile Nadelina dos Santos, de 63 anos, estava desaparecida desde o dia 14 de dezembro e foi vista pela última vez no mesmo local onde o corpo foi encontrado, no dia 25 de dezembro.
A vítima estava seminua e com as partes íntimas expostas, segundo o boletim de ocorrência. A delegada Renata Zanin informou ao DE que aguarda o laudo para descobrir a causa da morte e confirmar se houve ou não crime sexual. O prazo de resposta é de cerca de 30 dias.
Ninguém havia sido preso até a última atualização desta reportagem. A investigação segue em andamento para esclarecer os detalhes que cercam a morte da idosa Naile Nadelina dos Santos. A comunidade local tem se mobilizado em busca de justiça e segurança para evitar que casos como esse se repitam.
O feminicídio é uma realidade trágica que assola a sociedade, e é importante que medidas efetivas sejam tomadas para coibir a violência contra mulheres. O apoio e a atenção às vítimas e suas famílias são fundamentais para a prevenção e punição de crimes tão graves como esse. Naile Nadelina dos Santos não pode ter sua vida em vão, e é essencial que a justiça seja feita.
A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Sorocaba (SP) está empenhada em esclarecer o caso e em buscar os responsáveis pela morte de Naile Nadelina dos Santos. A sociedade civil também desempenha um papel crucial no combate à violência, denunciando qualquer situação suspeita e apoiando as autoridades nas investigações. É preciso unir esforços para garantir um ambiente seguro e justo para todas as mulheres.
A violência sexual é uma violação dos direitos humanos e deve ser combatida com firmeza e determinação. A sociedade não pode tolerar nenhum tipo de agressão ou abuso, e é fundamental que haja uma resposta rápida e eficaz por parte das autoridades competentes. A morte de Naile Nadelina dos Santos não pode ser apenas mais uma estatística, mas um chamado à ação para mudar essa realidade e proteger as mulheres de todo tipo de violência. É preciso agir agora para evitar que tragédias como essa se repitam no futuro.




