O governo brasileiro, sob liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, identificou a influência de aliados de Bolsonaro nas decisões da Casa Branca, temendo a classificação do PCC e CV como terroristas.
No Palácio do Planalto e no Ministério das Relações Exteriores, a articulação associada ao movimento Make America Great Again (Maga) de Trump indica possíveis sanções contra o Brasil.
A avaliação do governo aponta que a tentativa de rotular o PCC e o CV como terroristas visa criar obstáculos políticos para Lula em ano eleitoral.
Personagens como Marco Rubio, no Departamento de Estado dos EUA, estão sendo associados à retomada da influência da ala radical do trumpismo, que busca influenciar as classificações das facções brasileiras.
Sob reserva, diplomatas manifestaram ira em relação à ação dos setores radicais do trumpismo, que consideram nociva e desnecessária.
O governo brasileiro busca evitar a classificação das facções no exterior, com uma estratégia de atuação diplomática discreta, incluindo contatos com autoridades dos EUA, Colômbia e México.
As repercussões da influência bolsonarista nas decisões do governo dos EUA são evidentes, causando tensões e mobilizações diplomáticas na tentativa de conter possíveis impactos negativos para o Brasil.
A operação diplomática brasileira visa impedir avanços na proposta de classificação das organizações criminosas, mantendo a soberania nacional e evitando possíveis sanções e intervenções estrangeiras.




