A defesa de Filipe Martins acionou o STF (Supremo Tribunal Federal) com um pedido de urgência para barrar sua transferência da capital paranaense para o interior do estado. Os advogados contestam uma decisão que determinou o retorno do ex-assessor à Cadeia Pública de Ponta Grossa, argumentando que a medida ignora riscos à sua integridade física. Martins havia sido transferido para o Complexo Médico Penal em Curitiba e o ministro Alexandre de Moraes solicitou explicações sobre a mudança. Após o prazo para resposta expirar sem envio das informações, o ministro ordenou o retorno do preso à unidade em Ponta Grossa. Os advogados de Martins enfatizam que sua permanência no CMP é por necessidade técnica, devido a avaliações que apontam maior segurança na estrutura da unidade. A defesa alega que a decisão de retorno foi prematura, anterior à análise das informações oficiais requisitadas pelo tribunal. Além disso, apontam que Martins foi ameaçado na prisão anterior, destacando o risco à sua integridade. O pedido visa suspender a decisão temporariamente até julgamento do recurso.




