De acordo com as investigações, a dupla contribuiu “igualmente para impedir a passagem e alvejar o veículo” onde estava a turista. A polícia também identificou como envolvidos Edgard Alves de Andrade, o Doca e Carlos Costa Neves, o Gardenal. Segundo as investigações, apesar de estarem escondidos no complexo da Penha por ocupar cargos hierárquicos na facção Comando Vermelho, foram os dois que estabeleceram a norma para tráfego na comunidade e suas consequências. Essas normas teriam sido criadas para impedir invasões de facções rivais. Doca e Gardenal reúnem 262 anotações criminais, 26 mandados de prisão e 48 anotações e 7 mandados de prisão, respectivamente.
A polícia revelou que outros dois homens, conhecidos como Rodrigo Valente de Rezende, o Gualo, e Marcelo dos Santos Rezende, o Magrinho, também participaram da execução do plano que resultou na morte da turista Diely Silva. Ambos teriam ajudado Paraíba e Meio Kilo a bloquear o acesso, além de fornecer informações estratégicas para a abordagem do veículo. Ainda segundo as investigações, Gualo e Magrinho seriam os responsáveis por confirmar a ordem de ataque, resultando no trágico desfecho para a turista.
Diely da Silva, de 34 anos, morreu na estrada Benvindo de Novaes, em Vargem Pequena, no Rio, após ser baleada por criminosos da comunidade. O caso chocou a população e reacendeu o debate sobre a segurança nas áreas urbanas e o combate à violência. A polícia segue com as investigações para identificar e prender todos os envolvidos no assassinato, visando trazer justiça para a família da vítima e para a sociedade como um todo. Os criminosos enfrentarão a justiça e responderão pelos seus atos perante a lei.



