As cidades mais críticas são: Arenópolis, Mossâmedes, Davinópolis, Cromínia, Santo Antônio de Goiás, Mundo Novo, Brazabrantes, Caçu, Mozarlândia, Amorinópolis, Guarinos, Faina, Itapuranga, Itapaci, Diorama e Iporá. Juntos, os municípios somam 1.566 casos confirmados e/ou em investigação, segundo a pasta.
Os municípios afetados estão trabalhando arduamente para intensificar as ações de combate ao mosquito, incluindo campanhas de conscientização, limpeza de áreas públicas e tratamento de focos de reprodução do Aedes aegypti. A população também é incentivada a tomar medidas preventivas, como eliminar qualquer acúmulo de água parada em suas residências e usar repelentes.
A Secretaria de Saúde de Goiás tem reforçado a importância da colaboração da comunidade para controlar a disseminação da doença. “É fundamental que a população esteja ciente dos riscos e adote medidas preventivas para evitar a proliferação do mosquito”, destacou um representante da Secretaria.
Chikungunya como questão adicional
A situação é particularmente preocupante, considerando que a dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças como a chikungunya e a zika. As autoridades de saúde estão em alerta máximo, implementando medidas para controlar a população de mosquitos e prevenir novos casos.
Além da dengue, a chikungunya também é uma preocupação significativa, com vários casos registrados nos municípios afetados. A combinação dessas doenças exige uma resposta coordenada e eficaz das autoridades e da comunidade para mitigar o impacto da crise de saúde.



