Após o trágico desabamento de duas casas no Maracanã, que resultou na morte de uma mulher e em 9 pessoas atendidas, incluindo a pequena Ágatha Valentina Martins, de apenas 8 anos, os esforços das equipes de resgate foram intensos. A mãe de Ágatha, Michele, infelizmente não resistiu aos ferimentos. O incidente ocorreu na Avenida Rei Pelé, altura da Rua Oito de Dezembro, na Favela do Metrô, por volta da 1h30.
Diante da gravidade da situação, a Defesa Civil Municipal tomou a decisão de demolir os imóveis vizinhos às casas que desabaram. A prefeitura identificou que 13 imóveis apresentavam riscos e optou por interditá-los imediatamente. Operários iniciaram o processo de demolição manualmente, começando por três das residências localizadas na frente das que ruíram.
Além das famílias diretamente afetadas, diversos moradores desalojados que estavam na praça em frente ao local passaram mal ao saber que suas casas também seriam destruídas. Há relatos de que o desabamento ocorreu logo após os moradores serem despertados pelo estrondo das casas caindo, por volta da madrugada. O clima instável com chuvas na região pode ter contribuído para a tragédia.
Apesar dos esforços heróicos dos bombeiros, ainda não há informações oficiais sobre as causas do desabamento. No entanto, a comoção tomou conta dos moradores da região e das equipes de resgate que trabalharam incansavelmente para salvar vidas. Imagens das operações de salvamento mostram a complexidade e o desafio enfrentados pelos profissionais no resgate de mãe e filha soterradas.
O desfecho trágico com a confirmação da morte de Michele e o resgate emocionante de Ágatha são eventos que marcaram profundamente a comunidade do Maracanã e toda a cidade do Rio de Janeiro. A comoção e solidariedade se fizeram presentes em meio à devastação causada pelo incidente. O desafio agora é reconstruir as vidas e os lares daqueles que perderam tudo em meio à tragédia.




