Uma família no Rio Grande do Sul está desaparecida e a perícia realizada no celular de Silvana comprovou que o aparelho nunca esteve em Gramado, o que indica que informações compartilhadas nas redes sociais podem não ser verdadeiras. O principal suspeito desse crime é o policial Cristiano Domingues Francisco, que se encontra preso temporariamente. Silvana Germann de Aguiar e seus pais, Isail e Dalmira, estão sem notícias desde os dias 24 e 25 de janeiro.
A família Aguiar completou um mês desaparecida, gerando preocupação e mistério no Rio Grande do Sul. A misteriosa publicação nas redes sociais feita por Silvana sobre um acidente em Gramado, que não condiz com a realidade, foi um dos fatores que intrigaram as autoridades. O aparelho celular de Silvana foi encontrado nas proximidades do mercado Aguiar, propriedade da família, reforçando a incerteza em torno do caso.
Segundo o delegado responsável pelas investigações, a suspeita de que a família não tenha saído de Cachoeirinha foi confirmada pela perícia no celular de Silvana. As publicações nas redes sociais teriam o objetivo de despistar o sumiço dos Aguiar. Os idosos, Isail e Dalmira, também não foram vistos deixando a cidade, sugerindo que o desaparecimento ocorreu logo após serem vistos pela última vez.
A Polícia Civil considera concluir o inquérito mesmo sem localizar os desaparecidos, indicando que a situação é grave e pouco provável de ser resolvida com um desfecho feliz. O caso gerou grande comoção na região, com familiares e amigos realizando protestos em busca de respostas. O sumiço da família Aguiar permanece envolto em mistério, com elementos que apontam para um desfecho sombrio.
A investigação do desaparecimento da família Aguiar iniciou-se após o sumiço de Silvana, seguido pelo desaparecimento de seus pais. O ex-marido de Silvana, Cristiano Domingues Francisco, é o principal suspeito do caso e encontra-se detido temporariamente. A análise de vestígios de sangue e material genético na casa da família contribui para a complexidade das investigações.
A recusa do suspeito e de sua companheira em fornecer as senhas de seus celulares intensifica o mistério em torno do caso. Os desdobramentos das investigações continuam a revelar informações perturbadoras, como a presença de um carro na casa de Silvana no dia do desaparecimento. O desfecho desse drama familiar continua uma incógnita, mantendo toda a comunidade atenta aos desdobramentos da investigação.




