Detento é morto após briga com colegas de cela em Formosa

Detento é morto após desavença com colegas de cela, em Formosa

Um detento de 28 anos foi morto por dois companheiros de cela no presídio de Formosa, a 280 km de Goiânia. Segundo a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), Alexandre de Santana Borel, que cumpria pena temporária por roubo, foi morto após uma desavença com os suspeitos.

Corpo do detento morto após briga em Presídio de Formosa (Foto: Reprodução / Redes)

Os homens usaram um ‘chuchu’, objeto de ferro pontiagudo, para cometer o crime na última quinta-feira, 26. A vítima fazia parte da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). Já os detentos, que estão presos por  homicídio e tráfico de drogas, a princípio, não são faccionados.   

O crime foi registrado e compartilhado pelos presos que tiraram fotos do corpo de Alexandre, além de fotografarem um dedo, que possivelmente foi arrancado da mão da vítima. 

A DGAP informou que um procedimento administrativo foi aberto, a fim de apurar o motivo do óbito e responsabilizar os detentos envolvidos.

 

 

Nota – Polícia Penal de Goiás

“A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária informa:

– Foi encontrado, agora pela manhã, um preso morto dentro de uma cela da Casa de Prisão Provisória de Formosa. Ele cumpria pena temporariamente por roubo (artigo 157 do Código Penal)

– Os servidores penitenciários acionaram, de imediato, o Instituto Médico Legal e a Polícia Civil da cidade.

– Dois companheiros de ela, um preso acusado de homicídio (artigo 121) e outro por tráfico de drogas (artigo 33 da Lei de Drogas), assumiram o crime. A dupla alegou “desavença interna”.

– Foi aberto procedimento administrativo para apuração do óbito e responsabilização de detentos envolvidos.

Comunicação Setorial da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária

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Black Friday 2024: Dicas e precauções para compras seguras e econômicas

A Black Friday, um dos maiores eventos do calendário varejista, ocorrerá no dia 29 de novembro de 2024, mas as promoções já começaram a ser realizadas ao longo do mês. Em Goiânia, um levantamento da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) indica que este período deve movimentar R$ 250 milhões, com 64% dos entrevistados planejando aproveitar as ofertas.
 
Para evitar a prática conhecida como metade do dobro, quando comerciantes elevam consideravelmente os preços dos produtos antes da data e depois reduzem os valores, ludibriando a população, o Procon Goiás realiza um trabalho prévio de monitoramento de preços. A Lei Estadual 19.607/2017 também obriga os fornecedores a informar o histórico dos preços dos últimos 12 meses. De acordo com o superintendente do órgão, Marco Palmerston, “para evitar as falsas promoções, é preciso se programar com antecedência e pesquisar os preços”.
 
Uma dica valiosa é fazer uma lista do que realmente se pretende comprar e estipular um orçamento. Entrar em uma loja ou site durante a Black Friday é um apelo ao consumo, por isso é crucial ter cuidado. Além disso, é permitido que estabelecimentos pratiquem preços diferentes entre lojas físicas e online, justificada pelos custos operacionais distintos, como aluguel e salários, que impactam os preços nas lojas convencionais. No entanto, a transparência é essencial, e as informações sobre preços devem ser claras e acessíveis ao consumidor.
 
Durante a Black Friday, o volume de compras feitas pela internet aumenta significativamente. Por isso, é importante ter atenção redobrada. Sempre verifique a autenticidade da loja antes de inserir dados pessoais ou financeiros. Um dos primeiros passos é conferir se o site possui o ícone de cadeado ao lado da URL e o prefixo https, que garantem uma conexão segura. Outra orientação é checar a reputação da loja em sites como o Reclame Aqui ou em grupos de consumidores em redes sociais, onde os clientes costumam compartilhar experiências de compra.
 
Ao optar pelo PIX, confira os dados do destinatário e se a negociação envolve um CNPJ. O Código de Defesa do Consumidor garante ao comprador o direito de devolução por arrependimento em até 7 dias para compras online. No caso de produtos com defeito, estabelece prazos para reclamações: 30 dias para produtos ou serviços não duráveis e 90 dias para os duráveis, contados a partir da entrega ou conclusão do serviço. Além disso, evite clicar em anúncios enviados por e-mail ou mensagens de redes sociais que pareçam suspeitos, e sempre acesse os sites digitando o endereço diretamente no navegador, ao invés de seguir links desconhecidos.

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