O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que é “psicologicamente importante” que os EUA tomem a Groenlândia, reafirmando o interesse estratégico de seu país pela ilha. Em entrevista recente, Trump evitou comentar sobre o uso de força militar para alcançar esse objetivo. Segundo ele, a posse da Groenlândia é crucial, descrevendo-a como “psicologicamente importante”.
Em uma entrevista ao The New York Times, Trump destacou que a simples formalização de acordos não seria o suficiente para garantir os interesses dos EUA na região. Ele mencionou a necessidade de lidar com a Groenlândia da maneira correta e afirmou que a posse da ilha proporciona vantagens que não podem ser obtidas apenas com documentos assinados. Trump não descartou a possibilidade de reforçar a presença e influência dos Estados Unidos na Groenlândia, mesmo sem recorrer à força militar.
Sobre as relações com a Europa, Trump expressou confiança de que o relacionamento com os países europeus permanecerá positivo. Ele enfatizou que sempre buscará manter boas conexões com a Europa, apesar das incertezas diplomáticas em torno das discussões sobre a Groenlândia, uma região rica em matérias-primas estratégicas. O presidente norte-americano também abordou a questão da Venezuela, revelando que Washington mantém uma relação favorável com o novo governo do país e com a presidente interina, Delcy Rodríguez.
Ao falar sobre sua atuação internacional durante seu mandato, Trump ressaltou que não deseja promover conflitos armados. Ele afirmou ter encerrado oito guerras desde que assumiu a presidência, mas expressou frustração por não ter sido reconhecido com o Prêmio Nobel da Paz. Trump defendeu sua postura de buscar soluções pacíficas para os conflitos geopolíticos, destacando que suas ações visam evitar a perda de vidas humanas.
Em meio a debates sobre a soberania da Groenlândia e o papel dos EUA na região, Trump enfatizou a importância estratégica e simbólica da ilha para os interesses de seu país. Ele salientou que a posse da Groenlândia é fundamental do ponto de vista psicológico, indicando um desejo de ampliar a presença e influência dos Estados Unidos na região. Trump reiterou seu compromisso em estabelecer relações positivas com a Europa e em manter um diálogo construtivo com outros países, como a Venezuela.




