O presidente dos EUA, Donald Trump, expressou seu apreço pelo ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva ao confirmar que o convidou para integrar o Conselho da Paz durante uma coletiva na Casa Branca. Trump declarou que Lula terá um grande papel nesse conselho, demonstrando uma postura positiva em relação ao político brasileiro. As declarações surgiram em meio à especulação sobre a aceitação de Lula em participar do Conselho, que abordará questões como a situação na Faixa de Gaza.
Há informações de que Lula ainda não tomou uma decisão sobre o convite de Trump. Além disso, o ex-presidente brasileiro criticou o republicano e alegou que a direita promove uma ‘indústria de mentiras’. Trump, por sua vez, mencionou a possibilidade de que o Conselho da Paz possa substituir a ONU, evidenciando uma visão diferenciada em relação ao papel das organizações internacionais.
Em relação ao Mercosul, Trump minimizou possíveis preocupações sobre o acordo do bloco com a União Europeia. Mesmo diante de relatos de que autoridades americanas acusaram a UE de buscar um monopólio na América do Sul, o presidente dos EUA enfatizou o sucesso do comércio internacional. Ele destacou a utilização de tarifas como um instrumento para garantir benefícios ao país, demonstrando confiança no desdobramento das negociações.
A posição de Trump em relação a Lula e ao Mercosul reflete uma abordagem pragmática e confiante nas relações internacionais. O convite para o ex-presidente brasileiro participar do Conselho da Paz sugere um interesse em ampliar o diálogo entre os dois países. A postura do presidente dos EUA em relação ao comércio internacional reforça a importância das negociações econômicas para a política externa americana, buscando garantir benefícios mútuos e promover parcerias estratégicas.




