Dono da JJ Invest preso por suspeita de pirâmide financeira

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A polícia prendeu o dono da DE Invest, suspeito de operar um dos maiores esquemas de pirâmide financeira do Brasil. Segundo as investigações, o prejuízo causado a cerca de 3,2 mil investidores pode chegar a R$ 170 milhões.

O empresário Jonas Spritzer Amar Jaimovick foi preso na manhã desta quarta-feira (4). Ele passou a tarde na carceragem da Polinter e, em seguida, foi transferido para a Cadeia José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio, onde deve passar por audiência de custódia.

De acordo com as investigações, o empresário prometia aos investidores lucros mensais entre 10% e 15% sobre os valores aplicados, com suposto “risco zero”, por meio de operações de day trade. No entanto, a polícia afirma que os pagamentos eram feitos com o dinheiro de novos investidores — característica típica de esquemas de pirâmide financeira.

Preso em 2020

Jonas já tinha sido preso em uma outra operação em novembro de 2020, após ser condenado, mas acabou sendo solto em maio de 2021, após a justiça converter a prisão dele em pagamento de multas e serviços comunitários.

A ação desta quarta foi realizada por agentes da Delegacia de Defraudações (DDEF), no Centro do Rio.

Contra Jonas havia um mandado de prisão expedido pela 7ª Vara Federal Criminal pelos crimes previstos nos artigos 4º, 5º e 6º da Lei 7.492/1986, que trata de crimes contra o sistema financeiro nacional.

Reações iniciais

Segundo os investigadores, artistas e ex-jogadores também teriam investido na empresa e acabaram registrando prejuízos.

A TV Globo tenta contato com a defesa de Jonas Jaimovick.

1 de 1 Empresário Jonas Spritzer Amar Jaimovick foi preso na manhã desta quarta-feira (4). — Foto: Reprodução

Empresário Jonas Spritzer Amar Jaimovick foi preso na manhã desta quarta-feira (4). — Foto: Reprodução

Consequências específicas

Jonas já tinha sido preso em uma outra operação em novembro de 2020, após ser condenado, mas acabou sendo solto em maio de 2021, após a justiça converter a prisão dele em pagamento de multas e serviços comunitários.

A ação desta quarta foi realizada por agentes da Delegacia de Defraudações (DDEF), no Centro do Rio.

Contra Jonas havia um mandado de prisão expedido pela 7ª Vara Federal Criminal pelos crimes previstos nos artigos 4º, 5º e 6º da Lei 7.492/1986, que trata de crimes contra o sistema financeiro nacional.

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