O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que não há possibilidade de a esquerda disputar o governo do Rio Grande do Sul com duas candidaturas distintas nas próximas eleições estaduais. A posição foi apresentada durante reunião da direção partidária realizada na quarta-feira (11), no âmbito do Grupo de Trabalho Eleitoral da legenda.
A informação foi publicada pela coluna Painel, da Folha de S.Paulo, que relatou os detalhes do encontro interno do partido. Segundo o dirigente petista, a estratégia eleitoral voltada à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva envolve necessariamente a construção de alianças com outras forças do campo progressista, especialmente o PDT.
Atualmente, dois nomes ligados à esquerda aparecem como pré-candidatos ao governo gaúcho. O PT lançou o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto, que já disputou o cargo em 2022 e ficou próximo de alcançar o segundo turno. Por outro lado, o PDT trabalha para viabilizar a candidatura da ex-deputada estadual Juliana Brizola.
Durante a reunião, Edinho Silva reforçou que a estratégia política do partido passa pela convergência com os pedetistas. Segundo ele, a aliança com o PDT representa uma “prioridade nacional” dentro da articulação eleitoral para o próximo ciclo de disputas.
A discussão sobre o caminho eleitoral da esquerda no RS envolve a possibilidade de composição entre as forças partidárias ou a definição de um único nome que represente o bloco nas eleições.
“Não há possibilidade de a esquerda disputar o governo gaúcho com duas candidaturas distintas nas próximas eleições estaduais”, afirmou Edinho Silva durante a reunião da direção do PT. A estratégia da legenda para a reeleição de Lula passa pela unidade com outras forças progressistas, em especial o PDT.
Com o lançamento de Edegar Pretto pelo PT e a possibilidade de Juliana Brizola concorrer pelo PDT, a necessidade de união das siglas se torna ainda mais evidente. A construção de alianças é vista como fundamental para fortalecer o campo progressista no Rio Grande do Sul.
Os próximos passos da esquerda gaúcha nas eleições estaduais envolvem a definição de como as forças partidárias irão se posicionar: manter duas candidaturas distintas ou buscar a unidade em torno de um único nome que represente o campo progressista nas urnas.
A decisão de Edinho Silva de priorizar a aliança com o PDT no Rio Grande do Sul teve impacto direto nas discussões sobre os rumos da esquerda no estado. A convergência de estratégias é vista como essencial para ampliar as chances de vitória nas eleições estaduais.
Diante das declarações de Edinho Silva, a esquerda gaúcha terá que buscar um consenso interno para definir o melhor caminho a seguir rumo às eleições. A unidade de forças políticas é apontada como fundamental para fortalecer o campo progressista no estado e ampliar as chances de vitória eleitoral.




