O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) comemorou, nas redes sociais, o refúgio político concedido na Argentina ao brasileiro Joel Borges Correa, condenado no Brasil pelos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro.
O refúgio político concedido na Argentina a Joel Borges Correa, condenado pelo STF a 13 anos e seis meses de prisão, marca a primeira vez que um brasileiro condenado pelos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro recebe asilo político no país vizinho.
Joel Borges Correa tornou-se o primeiro brasileiro condenado pelos atos do 8 de Janeiro a receber refúgio político na Argentina. Cerca de 300 brasileiros buscam o mesmo status no país. A decisão foi tomada pela Comissão Nacional para Refugiados (Conare), ligada ao Ministério da Segurança Nacional.
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro agradeceu à deputada federal argentina Maria Celeste Ponce e ao presidente Javier Milei pela ajuda. Destacou que os brasileiros condenados são trabalhadores honestos perseguidos por questões políticas, sendo crucial o papel do presidente para a concessão do asilo.
“Vitória da liberdade, acabou de sair o primeiro asilo a um brasileiro perseguido pelo Alexandre de Moraes […]. Muito obrigado a deputada Maria Celeste Ponce", disse Eduardo.
Considerando que os brasileiros condenados no Brasil e considerados foragidos da Justiça sejam trabalhadores honestos e presos por Alexandre de Moraes, Eduardo defende a atuação política por trás das perseguições.
A partir de agora, Joel Borges Correa poderá morar na Argentina sem o risco de deportação ou extradição enquanto mantiver o status de refugiado político, conforme a decisão da Conare, órgão ligado ao Ministério da Segurança Nacional.
A notícia da concessão de asilo a Joel Borges Correa na Argentina teve repercussão imediata. A decisão ressalta a importância do apoio internacional e a complexidade das questões políticas envolvidas nas investigações dos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro.
A situação de Joel Borges Correa representa um marco nas relações políticas entre Brasil e Argentina. A decisão pode ter desdobramentos significativos e levanta questionamentos sobre a relação entre direitos humanos e questões políticas nos países da região.



